O Rosário. A oração que move montanhas

Há uma confiança heroica pela qual não desistimos de esperar, apesar de tudo. Por vezes, essa confiança faz a alma “sangrar”, mas ela continua a confiar

Plínio Corrêa de Oliveira


Por vezes essa confiança nos faz dizer: “A promessa interior, inefável, que Nossa Senhora me fez não falhará. Confiarei e cumprirei a minha missão. Eu confio na palavra d’Ela!”

Continue lendo “O Rosário. A oração que move montanhas”

Mãe de Deus e nossa Mãe

Maternidade Divina de Nossa Senhora

Deus, estabelecendo a união hipostática com a natureza humana, dignificou toda a Criação. Ele quis que essa união se operasse no seio virginal de Maria Santíssima, Aquela que supera todas as meras criaturas

Plínio Corrêa de Oliveira


A importância da Maternidade Divina  para a piedade católica está em que todas as graças extraordinárias pela Virgem Maria recebidas, que fizeram d’Ela uma criatura única em todo o universo e na economia da salvação, têm como título e ponto de partida o fato de Maria ser Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Essência da devoção mariana

Deus eterno, perfeito, cria os Anjos e, abaixo deles, os homens.

Mas a Encarnação, a união hipostática, é estabelecida não com Anjos, mas com a natureza humana. Parece uma contradição, pois a dignidade superior dos Anjos pediria que a união hipostática fosse feita com o mais alto dos coros angélicos.

Continue lendo “Mãe de Deus e nossa Mãe”

Feliz 2020!

Juntos na mesma caminhada

Sob o patrocínio da Santa Mãe de Deus um novo ano se inicia, para nos indicar que tudo nos vem de Deus por intermédio d’Ela

Pe. Antônio Guerra, EP

 


Agradeçamos, assim, à Santíssima Virgem, todas as graças concedidas ao longo do ano que findou e nos confiemos ao seu poderoso auxílio nas lutas que certamente virão, pois, como diz Jó “é uma batalha a vida do homem sobre a terra”, tendo em vista, entretanto, que, “de mil soldados não teme a espada, quem pugna à sombra da Imaculada”. Nesse sentido, nada melhor do que recordar aqui as palavras do Papa João XXIII em sua Mensagem de Natal de 1959, mais atuais do que nunca:

Continue lendo “Feliz 2020!”

Maria Santíssima: Rainha a dois títulos


Nossa Senhora é Rainha porque é Mãe de Deus. Ninguém teve, nem pode ter, com a Santíssima Trindade uma união mais estreita do que Ela

Plínio Corrêa de Oliveira


A Santíssima Virgem é, por excelência, a Filha do Padre Eterno, a Mãe do Verbo Encarnado e a Esposa do Espírito Santo, que gerou n’Ela Nosso Senhor Jesus Cristo.

Continue lendo “Maria Santíssima: Rainha a dois títulos”

Deus quer nos dar tudo em abundância

A criação do universo foi como um transbordamento do que há em Deus, mais ou menos à maneira de um champagne que extravasa da garrafa e se derrama em taças. Ele quis nos criar para nos tornar partícipes da felicidade d’Ele, e por isso “o Verbo Se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1, 14)

Monsenhor João S. Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho e do Apostolado do Oratório

 


“O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”
(Jo 10, 10).

Em linguagem parabólica, Jesus indica o pecado daqueles que desviam os outros da Religião verdadeira: matam as almas, afastando-as de Nosso Senhor, que é a vida. E a missão d’Ele, ao contrário, é dar aos homens essa vida, a qual é muito superior à que anima a formiga, o colibri, o esquilo, o homem e até mesmo os Anjos, pois é a vida do próprio Deus! Ele a introduz em nossa alma no Batismo e a confirma quando recebemos a Crisma.

Continue lendo “Deus quer nos dar tudo em abundância”

Antes e depois de Maria

Solenidade de Nossa Senhora Aparecida

Uma nova era na espiritualidade do gênero humano se inicia publicamente com o milagre das Bodas de Caná. Além de conferir ao casamento um altíssimo significado, Jesus inaugura a mais excelente via para se obter o perdão e a graça: confiar na mediação e na onipotência suplicante de Maria

Monsenhor João S. Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho e do Apostolado do Oratório


I – Antecedentes

“Jesus fez ainda muitas outras coisas. Se fossem escritas uma por uma, penso que nem o mundo inteiro poderia conter os livros que se deveriam escrever” (Jo 21, 25).

Riqueza teológica do Evangelho de São João

Assim termina São João o quarto Evangelho, o de sua lavra. Quando o escreveu, por certo já conhecia — e de há muito — os três anteriores. Daí seu empenho em completá-los nos detalhes e aspectos mais necessários para os dias de sua divulgação. Na Ásia Menor, onde se espraiava a Igreja nascente, pululavam os erros de uma perigosa gnose ameaçadora da boa e sã doutrina deixada em herança por Jesus aos seus discípulos. Nessas circunstâncias, importava antes de tudo provar a divindade de Nosso Senhor, o Messias.

Continue lendo “Antes e depois de Maria”