Consagração do Brasil a Nossa Senhora Aparecida

Rainha e Padroeira do BrasilRainha e Padroeira do Brasil

Ó Maria imaculada, Senhora da Conceição Aparecida, aqui tendes prostrado diante da vossa milagrosa imagem o Brasil, que vem de novo consagrar-se à vossa maternal proteção.

Escolhendo-vos por especial padroeira e advogada da nossa pátria, nós queremos que ela seja inteiramente vossa.

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Em Aparecida, uma torrente de graças!

“Oh, como é bom, como é agradável para irmãos unidos
viverem juntos” (Sl 132, 1)

Pe. Jorge Gustavo Antonini, Coordenador Geral do Apostolado do Oratório

A citação bíblica acima, bem como a frase de Dona Lucília: “viver é estar juntos, olhar-se e querer-se bem”, resumem o que foi em sua essência a X Peregrinação Nacional do Apostolado do Oratório ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, nesta sexta-feira e sábado passados.

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Vamos nos encontrar aos pés da Padroeira do Brasil!

“Abri-me as portas santas, a fim de que eu entre para agradecer ao Senhor. Esta é a porta do Senhor: só os justos por ela podem passar.” (Salmos, 117)

Pe. Antônio Guerra, EP. Assistente Espiritual do Apostolado do Oratório

Veja a programação aqui.

Com uma “santa ansiedade” por encontrar com meus irmãos e irmãs do Apostolado do Oratório, rogo a Nossa Senhora Aparecida que os proteja e acompanhe nas viagens que farão, e concedo minha benção sacerdotal a todos os participantes da X Peregrinação Nacional do Apostolado do Oratório.

Salve Maria!

Consagração dos grupos do Oratório a Nossa Senhora Aparecida

Consagração a Nossa Senhora Aparecida

Ó Virgem Imaculada, Senhora Aparecida, Soberana do povo
brasileiro, nossas almas transbordam de gratidão por Vós, pois vosso
Coração amou particularmente nosso país, escolhendo-o para que fosse
vosso predileto domínio, receptáculo privilegiado de vosso amor, nação
destinada a ter um especialíssimo vínculo convosco.

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Boletim Maria Rainha dos Corações setembro/outubro 2018

Uma nova era na espiritualidade do gênero humano
se inicia publicamente com o milagre das Bodas de
Caná. Além de conferir ao casamento um altíssimo
significado, Jesus inaugura a mais excelente via para
se obter o perdão e a graça: confiar na mediação e
na onipotência suplicante de Maria

Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP

As bodas de Caná, Gerard Davi, Museu do Louvre, Paris

Depois de chamar os cinco primeiros seguidores, quis o Mestre operar algo para confirmá-los na Fé. Foi provavelmente por essa razão que Jesus “manifestou sua glória”, efetuando seu primeiro milagre nas Bodas de Caná (Jo
2, 11). E assim procedeu devido a uma suave e afetuosa súplica de sua Mãe.

O Evangelho ressalta o importante papel de intercessora de Maria. Jesus estava iniciando sua missão pública e desejava fundar a Igreja com vistas à santificação de todos. Ora, a célula mater da estruturação social sempre foi, e nunca deixará de ser, a família. Nas Bodas de Caná, segundo a interpretação de famosos teólogos e exegetas, Jesus quis reafirmar a importância conferida pela sociedade antiga à união conjugal e santificá-la, preparando assim as vias para dar-lhe um caráter sacramental.

A súplica onipotente de Maria

A História nada registra sobre a origem das relações entre a Sagrada Família e os nubentes, nem sequer por que Jesus e Maria foram convidados para a festa. Os detalhes perderam-se pelo caminho, talvez por desígnio de Deus, a fim de concentrar a atenção dos séculos futuros na tão paradigmática festa das núpcias de Caná. Ali está simbolizado o lar católico como deve ser, e indicada a conduta a seguir face aos problemas e dificuldades da vida. Ali está prefigurada a família cristã assistida por Cristo, através da intercessão de Maria.

A partir desse episódio, todos os cônjuges, até o fim do mundo, devem firmar-se na certeza de que Jesus solucionará qualquer drama ou aflição, se invocarem a onipotente mediação de Maria.

Por intercessão de Maria

E foi numa festa nupcial que, a pedido de sua Mãe, Jesus quis realizar seu primeiro milagre, para assim tornar patente aos olhos do mundo o quanto o matrimônio deve ser tomado como uma via de santificação. Maria já se encontrava nas bodas quando chegaram Jesus e seus discípulos. Jesus operou a transformação da água em vinho por intercessão de Maria, para nos inculcar a convicção de que, apesar de não haver chegado a hora, por uma palavra dos lábios da Mãe, Ele nos atenderá. Eis que em Caná abriu-se uma nova era na espiritualidade do gênero humano, com a inauguração de um especial regime da graça.

Ademais, em Caná, Maria nos ensina algo muito importante. Numa análise superficial, parece inexplicável a atitude de Nossa Senhora, pois, apesar da negação de Jesus, Ela ordena aos criados fazerem tudo quanto Este lhes dissesse. Não havia Ele dito que não chegara ainda sua hora? Fica, portanto, em quem lê o Evangelho, a impressão de Maria não ter feito caso dessa resposta negativa.

Esclarecem-nos os teólogos ser esta atitude de Maria uma excelente lição para nós. Nem todas as determinações de Deus são absolutas. Há algumas que são condicionadas às nossas orações. Se Maria não tivesse recomendado aos serventes que agissem de acordo com as orientações de Jesus, os noivos e seus convidados não teriam tomado o melhor dos
vinhos da História, nem os Apóstolos assistido a tão grandioso milagre.

Em Caná, aprendemos de Maria o quanto Deus quer as nossas orações e a nossa colaboração em sua obra. Devido a esse sublime papel de medianeira e de onipotência suplicante da Santíssima Virgem, que se inicia publicamente nas Bodas de Caná, talvez pudéssemos dividir a História da espiritualidade em duas grandes eras: antes de Maria e depois de Maria.

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Veja também:

A Origem do Canto Gregoriano
Grande fervor mariano na IX Peregrinação Nacional ao Santuário de Aparecida