O início da vitória!

08 de setembro – Festa do Nascimento de Nossa Senhora

Bendito o dia em que Nossa Senhora nasceu; benditas as estrelas que a viram pequenina; bendito o momento em que seus pais constataram o nascimento d’Aquela que, permanecendo sempre virgem, fora chamada a ser a Mãe do Salvador!

Plínio Corrêa de Oliveira

Por que se festeja o aniversário de alguém? A razão é muito simples: o aniversário de uma pessoa representa o momento em que esta entrou no cenário da vida, o momento em que a sociedade humana se enriqueceu com mais uma presença.

Cada nascimento constitui um favor, uma graça de Deus, porque todo homem — por mais que seja concebido em pecado original ou traga alguma deficiência de família — é uma criatura de grande valor. E essa criatura representa um enriquecimento altamente ponderável para a humanidade.

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Os Católicos não adoram a Nossa Senhora?

🤔Porque os Católicos não adoram a Nossa Senhora?🤔

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O penhor marial de nossa ressurreição

Solenidade da Assunção de Nossa Senhora

Na Assunção da Virgem Maria aos Céus, Deus antecipa seu desígnio em relação à humanidade: a ressurreição e triunfo dos justos no dia do Juízo Final

Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, EP, fundador dos Arautos do Evangelho e do Apostolado do Oratório

Glorioso cume de santidade

A exemplo de Maria

A Santa Igreja Católica, ao comemorar a Solenidade da Assunção de Maria Santíssima, compõe a Liturgia com um objetivo definido, sintetizado na Oração do Dia: “Deus eterno e todo-poderoso, que elevastes à glória do Céu em corpo e alma a Imaculada Virgem Maria, Mãe do vosso Filho, dai-nos viver atentos às coisas do alto, a fim de participarmos da sua glória”.1 Nossa condição humana, tão cheia de lutas e de dramas, e ao mesmo tempo de graças, tende a voltar-se para as realidades concretas que nos cercam ― saúde, dinheiro, relações, etc. ―, esquecendo-se das maravilhas sobrenaturais, quando na verdade sua contemplação é essencial para nos tornarmos partícipes da glória de Nossa Senhora.

Sinal da importância de nos atermos em primeiro lugar aos bens do alto é que eles nos serão concedidos por todo o sempre, se nos salvarmos. O estado de prova no qual nos encontramos é efêmero e, ao se concluírem os breves dias de nossa existência, entraremos na eternidade, onde viveremos em permanente convívio com Deus, os Anjos e os Santos, no Céu, ou com os demônios e os condenados, no inferno. (…)

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Meditação do Primeiro Sábado de julho 2020

No cumprimento de nossa Comunhão Reparadora do Primeiro Sábado, pedida por Nossa Senhora em Fátima, meditaremos em julho o 5º Mistério Gozoso: A perda e o encontro do Menino Jesus no Templo, entre os doutores. Tendo em vista a festa de Nossa Senhora do Carmo, celebrada no dia 16 de julho, contemplemos este Mistério considerando o papel da Mãe de Deus em nossa vida, especialmente no seu amparo e auxílio para encontrarmos sempre Jesus em nosso caminho rumo ao Céu.

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“Amemos, porque Ele nos amou primeiro”

Em sua primeira epístola, escrita já na ancianidade, São João Evangelista conclama seus discípulos a permanecerem em Nosso Senhor Jesus Cristo mediante a observância dos Mandamentos, em particular o amor a Deus e ao próximo. E, para a isso mover seus “filhinhos” (I Jo 2, 1), o outrora denominado “filho do trovão” (cf. Mc 3, 17), por causa de seu impetuoso temperamento, lhes apresenta um argumento muito simples: “Amemos, porque Ele nos amou primeiro” (I Jo 4, 19).

Nessas poucas palavras se encerra uma altíssima verdade teológica: se o preceito máximo consiste em amar o Senhor de todo o coração (cf. Mt 22, 37-38), o dom mais precioso, entretanto, está em ser por Ele amado. Sim, em relação a Deus importa mais ser amado do que amar pois, segundo afirma São Tomás de Aquino, o amor divino é tão eficaz que “infunde e cria a bondade” nos seres sobre os quais incide. Deste amor decorre, portanto, o bem que há em nós e qualquer ato de virtude que possamos praticar.

Ora, guardadas as devidas proporções entre Criador e criatura, algo análogo se passa com Nossa Senhora, cuja efusão de amor para conosco é um transbordamento do Amor infinito que é Deus (cf. I Jo 4, 8).

A Santíssima Virgem ama com doçura indizível a cada um de nós, seus filhos, antes mesmo de nos voltarmos para Ela, e Se antecipa em preparar nossos caminhos, conceder-nos os dons naturais e sobrenaturais necessários ao cumprimento de nossa vocação e nos obter torrentes de graças. ♦


Monsenhor João S.  Clá Dias, EP. Maria Santíssima! O Paraíso de Deus revelado aos homens, Vol. 01, págs. 31/32.