Comentário de Plinio Corrêa de Oliveira sobre Nossa Senhora

A Arca em cujo Imaculado Coração está escrita a Lei Divina

A  Lei divina, muito mais do que nas tábuas de Moisés guardadas na Arca da Aliança, está escrita na alma de Nossa Senhora. É a partir de seu Imaculado Coração que a Lei de Deus se irradia para a humanidade inteira, pelo ministério da Santa Igreja Católica. (Plinio Corrêa de Oliveira – Conferência 25.01.1992)

31 de Janeiro, Festa de São João Bosco

São João Bosco, com sua obra das vocações sacerdotais, deu à Igreja mais de dez mil padres, e por todo o mundo espalharam-se os seus oratórios: no Tirol, na Sicília, na França e na América


João Bosco era filho de Francisco Bosco e de Margarida Occhiena, simples aldeões de Murialdo, lugar situado na província de Turim, onde o anjo da família salesiana nasceu a 15 de agosto de 1815.

Aos dois anos, morreu-lhe o pai e, Margarida encarregou-se da educação do filho, inspirando-lhe a sobriedade, o amor ao trabalho e o gosto da oração. Ansioso de instrução, senhor de ótima memória e de grande espírito de observação, ajudado pelo cura da paróquia Padre Calosso, que lhe administrou algumas lições de gramática, foi João crescendo em ciência a pouco e pouco.

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A Apresentação de Nossa Senhora no Templo

Deus elegeu Maria Santíssima para a excelsa missão de conceber e dar à luz a Nosso Senhor Jesus Cristo, e “para realizar n’Ela e por Ela as maiores maravilhas que se propôs fazer no céu e na terra” (1)

Neste dia 21 de Novembro, a Igreja celebra a Festa da Apresentação de Nossa Senhora no Templo. Esta magnífica festa é exaltada pelos cristãos desde os primeiros séculos e foi oficialmente inserida no Missal Romano no ano de 1505. A partir de 1585 o Papa Sisto V tornou a sua comemoração Universal.

Conta a Tradição que São Joaquim e Santa Ana por longo tempo não tiveram filhos, até que nasceu Maria Santíssima. Estes santos pais, em cumprimento a uma promessa feita ao Altíssimo, compenetrados de todo o Mistério da Salvação e desejosos de que a Santa Menina servisse a Deus de maneira perfeita, levaram-na a Jerusalém para ser apresentada no Templo. Esta oferta é muito significativa, pois, de certa forma, antecipava a “excelsa missão” de Maria, a que se refere Mons. João Clá. Santo Afonso de Ligório comenta que “uma oferta maior e mais perfeita do que a de Maria, ainda menina de três anos, nunca foi e nunca será feita a Deus por uma mera criatura”. (2)

Podemos imaginar esta singela menina, em tão tenra idade, mas já em pleno uso da razão, pois foi concebida sem os efeitos do pecado original – adorando a Deus no Templo em “Espírito e Verdade”. Certamente, a todo momento dedicou-se a pequena Maria a fazer, com intensidade a Vontade de Deus, amando-O acima de tudo.

Assim, neste dia, em que celebramos a Apresentação de Maria, devemos meditar sobre a nossa fidelidade aos desígnios de Deus e até que ponto – dentro de nossa limitada capacidade – temos procurado imitar a atitude de nossa Mãe e Senhora.

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1 – Monsenhor João Clá Dias. Pequeno Ofício da Imaculada Conceição Comentado.

2 – Santo Afonso Maria de Ligório. Glórias de Maria. Aparecida, SP: Santuário. 3ª. ed. 1989, página 272

Protegei a Santa Igreja, ó Senhora Aparecida!

Viva a Mãe de Deus e nossa, Sem pecado concebida!
Salve, ó Virgem Imaculada, Ó Senhora Aparecida!

 Protegei a Santa Igreja, Ó Mãe terna e estremecida,
Protegei a nossa Pátria, Ó Senhora Aparecida!

A Imaculada Conceição, uma das glórias de Maria

Concebida sem pecado original, Nossa Senhora esmagou — e esmagará para todo o sempre — a cabeça da maldita serpente. Agindo assim, Ela acrescenta às suas extraordinárias e singulares prerrogativas, a glória da luta. Ela o derrotou e o tem a seus pés! Esse combate aumenta a glória da Filha do Padre Eterno, da Mãe do Verbo Encarnado, da Esposa do Divino Espírito Santo!”  (Plínio Corrêa de Oliveira)

Clique na foto para ouvir o cântico a Nossa Senhora Aparecida

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Fátima, novo marco na história da Igreja

 13 de Maio de 2017 – Centenário das Aparições da Mãe de Deus em Fátima

Fátima é um marco novo na própria História da Igreja. Fátima é, queiram-no ou não o queiram, a verdadeira aurora dos Tempos Novos cujos albores não despertaram nos campos de batalha, nem nas laudas de papel de tantos escritores, mas no momento em que Nossa Senhora baixou à terra e comunicou aos três pastorinhos as lições severas sobre o crepúsculo de nossos dias, e as palavras esperançosas sobre os dias de bonança que a Misericórdia Divina prepara para a humanidade quando finalmente se arrepender.

Plinio Corrêa de Oliveira (Artigo “Livros versus canhões” – Legionário, 8 de abril de 1945)