De volta a Bauru

Após três anos, os missionários da Cavalaria de Maria dos Arautos do Evangelho retornaram à acolhedora cidade de Bauru no interior paulista

Pe. Gustavo Crepaldi

Atendendo ao pedido do zeloso e dedicado pároco Pe. Gustavo Henrique Crepaldi, foi realizada uma semana de Missões para Cristo na Paróquia São Benedito durante os dias 09 a 15 de abril de 2018.

Vários lares, asilos e estabelecimentos foram visitados, onde a presença maternal da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima se fez sentir.

Nesta passagem novos grupos de oratório foram formados. Juntando-se aos já existentes, são essas famílias visitadas pela Mãe de Deus e agraciadas com suas bençãos, graças e favores.

Veja também: Apostolado do Oratório na Polonia

Testemunhos de sacerdotes

 

 

 

Quais são os efeitos das Missões Marianas dos Arautos do Evangelho? Depois de uma semana visitando os lares e evangelizando o povo de Deus, quais são os frutos deste intenso labor missionário? Para responder a estas perguntas, nada melhor do recorrermos aos testemunhos dos párocos das comunidades que receberam a visita da Cavalaria de Maria

“Centenas de famílias rezam o Terço pelo senhor”

De Alfredo Chaves, no Espírito Santo, o Pe. Diego Carvalho dos Santos escreve a Mons. João Scognamiglio Clá Dias, fundador dos Arautos do Evangelho, dando comovido testemunho do que presenciou durante a Missão Mariana na Paróquia Nossa Senhora da Conceição.

“Sem palavras para descrever o sentimento de alegria e emoção que invadiu o coração do povo de Deus, que naquela noite de segunda-feira abriu as portas do coração e da cidade para acolher os Arautos do Evangelho e a Mãe de Deus. Mais de cento e cinquenta veículos seguiram em carreata da entrada da cidade até a praça da igreja matriz. A semana missionária foi um tempo de reavivar a chama do amor de Deus”.

Paróquia Nossa Senhora Conceição Alfredo Chaves/ES

A seguir acrescenta: “Os vossos filhos sacerdotes durante a semana celebraram com zelo e ardor as Santas Missas e atenderam centenas de Confissões, atenderam os enfermos com o Sacramento da Unção e deixaram um legado de amor para com a Santa Liturgia. Todas as noites a igreja matriz ficava superlotada para ouvir as palavras e os ensinamentos dos vossos filhos espirituais.

Quando achávamos que já tínhamos muitas emoções, fomos presenteados com a formação do Apostolado do Oratório, que hoje visita mais de duas mil famílias por mês, são oitenta capelas e mais de noventa coordenadores. Os Arautos do Evangelho plantaram inúmeras sementes em nossa paróquia: desejo de confessar–se, maior respeito pela Santa Missa, verdadeira devoção a Nossa Senhora”.

E finaliza: “Obrigado, Monsenhor, e saiba que nas serras capixabas todos os dias centenas de famílias rezam o Santo Terço pelo senhor e por todos os Arautos do Evangelho. Conte com minhas orações e saiba que a passagem da Cavalaria e a presença constante dos Arautos em nossa paróquia suscitou no meu coração o desejo de ser um padre ainda mais santo e fiel a Jesus e sua Igreja”.

“Veio ao encontro das nossas reais necessidades”

Impressiona também o relato do Pe. Cláudio Cândido, da Paróquia São Pedro, de Presidente Epitácio (SP): “Desde que conheci os Arautos, aprendi a admirá-los pelo amor para com a Igreja e a disposição no serviço da evangelização. Os Arautos representam bem a diversidade da riqueza da Igreja, na sua multiforme forma de ser Igreja. Sempre os vi como grandes parceiros nesta obra de evangelização.

Paróquia São Pedro – Presidente Epitácio/SP

“Faz um ano e quatro meses que assumi esta paróquia. Encontrei-a em uma situação pastoral muito deficitária. Um êxodo paroquial que a deixou praticamente vazia. A missão dos Arautos veio ao encontro das reais necessidades do nosso povo: a visita nas casas com a imagem de Nossa Senhora foi o grande distintivo. Também de grande proveito pastoral foram as Confissões diárias e Celebrações Eucarísticas, nas quais a cada dia o número de fiéis participantes crescia sempre mais. Destaco aqui a criação do grupo dos Oratórios de
Nossa Senhora de Fátima e a instituição da devoção dos Primeiros Sábados com a oração do Santo Terço na matriz, seguida da Santa Missa”.

Afastados há vinte e cinco ou trinta anos das atividades eclesiais

Procissão Luminosa em Clementina/SP

“Confesso-me admirador incondicional do trabalho importante dos Arautos do Evangelho”, escreve o Pe. Evandro Magri Calvoso, da Paróquia São João Batista, de Clementina (SP). E prossegue: “Os resultados da Missão Mariana foram deveras positivos: mais frequência e participação nas Missas, a busca dos Sacramentos, principalmente por parte de adultos que nem sequer foram batizados, novos dizimistas e mais amor, respeito e devoção pela Santíssima Virgem”.

Efeitos semelhantes foram constatados pelo Pe. Marivaldo na Paróquia Cristo Rei, em Sorocaba (SP): “Após a Missão Mariana se sentem os frutos do trabalho realizado: aumentou consideravelmente o número dos participantes da Santa Missa. Muitos fiéis que
não frequentavam regularmente a igreja, hoje procuram a paróquia para a Confissão, recomeçando sua caminhada a partir da semana missionária.

Paróquia Cristo Rei – Sorocaba/SP

Alguns estavam afastados das atividades eclesiais há vinte e cinco ou trinta anos. É comum ouvir ‘depois da missão dos Arautos…’ O mesmo se pode dizer em relação ao Sacramento do Matrimônio.

Os casos que pareciam insolúveis, hoje com maior clareza buscam o Sacramento por opção de fé”.

Veja também: Boletim Informativo março/abril/2018

Itaquaquecetuba/SP – um ano de fervor mariano

Apostolado do Oratório completa um ano na Comunidade Nossa Senhora das Dores, da Paróquia Nossa Senhora das Graças, de Itaquaquecetuba

Ir. Jurandir Bastos, EP

Com Missa presidida pelo Pe. José Luiz de Zayas, dos Arautos do Evangelho, a Comunidade Nossa Senhora das Dores, pertencente à Paróquia Nossa Senhora das Graças, da cidade de Itaquaquecetuba, comemorou seu primeiro aniversário da implantação do Apostolado do Oratório.

Com muito fervor as coordenadoras do Movimento, sras. Cristina e Maria das Dores (foto ao lado) disseram que “este é o primeiro ano de uma série”, que esperam que se prolongue indefinidamente.

Como sinal de expansão, foi implantado na ocasião mais um Grupo de Oratório.

O jovem pároco, Padre Müller, tem sido um dos grandes incentivadores desse apostolado na região.

Seguem mais fotos deste dia.

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Veja mais: Há um ano …

Boletim Informativo janeiro/fevereiro 2018

A grande fé demonstrada pelos Reis Magos na Epifania nos deve servir de exemplo. A Santa Igreja Católica Apostólica Romana é a estrela que nos guia até Jesus.

Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP

A Epifania do Senhor

A Solenidade da Epifania do Senhor, ou Adoração dos Reis Magos, é para nós mais importante, em certo sentido, do que o próprio Natal – embora este seja mais celebrado
– por nos tocar muito de perto. Como assim?

Era uma época auge… Auge de decadência da humanidade! A situação social, política e, sobretudo, moral, era a pior possível. O mundo, penetrado de desprezos, ódios e invejas, havia chegado ao fundo de um abismo, e a civilização antiga encontrava-se num impasse, pois ninguém vislumbrava uma solução para a crise que lhe minava os fundamentos.

E é esse o tempo em que nasce Nosso Senhor Jesus Cristo, numa localidade judaica, em Belém, de uma Mãe judia e para os judeus. Ele dirá mais tarde aos Doze, ao enviá-los em missão: “Ide antes às ovelhas que se perderam da casa de Israel” (Mt 10, 6). Dir-se-ia que a vocação do Messias se restringia ao povo eleito. Entretanto, alguns dias depois do seu nascimento recebe os Magos, oriundos de terras longínquas, significando a universalidade da Redenção e antecipando o chamado à gentilidade, que tornaria claro na iminência de subir aos Céus, ao dar o mandato aos Apóstolos: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações;
batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28, 19).

Ele veio para todos os outros povos, portanto também para nós. Deus se manifestou a todas as classes sociais, nobres e plebeus, à multiplicidade das raças e nações, a sábios e ignorantes, aos poderosos e aos de condição humilde, sem excluir ninguém.

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Guiados por uma estrela

Um dos elementos principais, ao contemplarmos o episódio da Epifania, é a visão da estrela que levou os Magos a se porem a caminho. Segundo São Tomás de Aquino, a estrela avistada pelos Reis Magos, não era um astro como os demais, pois tinha sido criada por Deus para aquela circunstância, não no céu, mas na atmosfera, perto deles, com o objetivo de manifestar a realeza celeste do Menino que nascera em Belém.1

O Espírito Santo falou no fundo da alma dos Reis, inspirando-lhes a fé no advento do Messias. Com efeito, muitos outros avistaram a estrela, pois ela não fora invisível; todavia, nem todos acreditaram, só aqueles que foram favorecidos por moções do Espírito Santo.

Por isso ressalta São Tomás o papel da graça, como um raio de verdade mais luminoso que a estrela, a instruir os corações dos Magos. É, então, mais importante a comunicação direta do Espírito Santo, do que os meros sinais sensíveis.2

A Igreja, estrela que nos guia até Jesus

A grande fé demonstrada pelos Reis Magos na Epifania nos deve servir de exemplo. A Santa Igreja Católica Apostólica Romana é a estrela que nos guia até Jesus. Sim! Ela, a distribuidora dos Sacramentos, promotora da santificação e dispensadora de todas as graças, faz o papel de uma estrela a cintilar diante de nossos olhos, através do esplendor de sua Liturgia, da infalibilidade de sua doutrina, da santidade de suas obras, convidando-nos a obedecer à voz do Divino Espírito Santo que fala em nosso interior.

Quem a ela se abraçar terá conquistado a salvação, quem se separar dela seguirá por outros caminhos e não chegará à Belém eterna, onde está aquele Menino, agora sim, glorioso e refulgente pelos séculos dos séculos.

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1 Cf. SÃO TOMÁS DE AQUINO, Suma Teológica, III, a.7; a.5.
2 Cf. Idem, a.5, ad 4.

Veja também: Um profético documento pontifício sobre o Santo Rosário

Natal com os necessitados

Membros do Apostolado do Oratório e cooperadores dos Arautos, juntamente com sacerdotes, visitaram um hospital infantil e um hospital geriátrico neste último Natal

O Bom Samaritano, por Francesco Fontebasso. Museu Diocesano de Trento – Italia

A alegria da caridade

No dia 23 de dezembro, a visita foi no Hospital Infantil Cândido Fontoura, no bairro da Mooca em São Paulo. E no próprio dia  de Natal, os idosos do hospital Geriátrico Pedro II foram visitados pelos Arautos do Evangelho. Em ambos locais foram entregues presentes, distribuídos bençãos e escapulários aos pacientes e funcionários, como também,  alguns sacramentos foram ministrados.

No Hospital Geriátrico Dom Pedro II a visita contou com a presença de sua excia. revma. Dom Sergio de Deus, bispo auxiliar de São Paulo, o qual congratulou-se com os Arautos e presidiu a Celebração Eucarística na capela do hospital.

As fotos a seguir dizem mais que mil palavras.

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 Veja também: Visita à famílias carentes na Bahia

Meditação do Primeiro Sábado janeiro 2018

I Mistério Luminoso – O batismo de Jesus às margens do Rio Jordão

Batismo de Jesus – Catedral de Como – Itália

Festa de esperança e santa alegria

Divindade e humildade de Cristo

Tu és o meu filho amado, em ti ponho o meu bem-querer”. Na festa do Batismo de Jesus ecoam estas palavras solenes. Elas nos convidam a reviver o momento em que Jesus, batizado por São João, sai das águas do rio Jordão e Deus Pai O apresenta como seu Filho unigênito, o Cordeiro que tira o pecado do mundo.

Ouve-se uma voz que provém do céu, enquanto o Espírito Santo, em forma de pomba, desce sobre Jesus que dá início público à sua missão de salvação. Missão caracterizada pelo estilo do servo manso e humilde, preparado para a abnegação total.

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