Meditação do Primeiro Sábado de fevereiro 2022

5º Mistério Gozoso. Perda e encontro do Menino Jesus no Templo. Procuremos Jesus através de Maria.

Introdução

Realizaremos nossa devoção do Primeiro Sábado de fevereiro contemplando o 5º Mistério Gozoso: A perda e o encontro do Menino Jesus no Templo de Jerusalém. Da consideração deste Mistério devemos tirar duas preciosas lições, conforme nos ensina Santo Afonso de Ligório: a primeira, que devemos renunciar a tudo, até mesmo amigos e parentes se necessário for, quando o serviço e a maior glória de Deus assim o exigir de nós; e a segunda, que Deus se faz achar por aqueles que O procuram, especialmente se o fizerem através de sua Mãe, Maria Santíssima.

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São Paulo, prefigura dos apóstolos dos últimos tempos

O Apóstolo, digno desse título pelo seu zelo e heroísmo extraordinários na evangelização dos povos, sobrepujando talvez a dedicação dos primeiros escolhidos pelo próprio Nosso Senhor. São Paulo se transformou nesse ardoroso discípulo de Cristo, após uma espetacular conversão, cuja festa a Igreja celebra em 25 de janeiro.

Por Plínio Corrêa de Oliveira

No caminho de Damasco

Para recordá-lo, creio ser oportuno ler e comentar o seguinte trecho dos Atos dos Apóstolos:

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Jesus prega em Nazaré

1 Visto que muitos já empreenderam pôr em ordem a narração das coisas que entre nós se verificaram, 2 como no-las referiram os que desde o princípio foram testemunhas oculares e vieram a ser ministros da palavra, 3 pareceu-me também a mim, depois de ter investigado tudo cuidadosamente desde o princípio, escrever-te por ordem a sua narração, excelentíssimo Teófilo, 4 para que reconheças a firmeza dos ensinamentos que recebeste. 14 Voltou Jesus, sob o impulso do Espírito, para a Galileia, e a sua fama divulgou-se por toda a região circunvizinha. 15 Ensinava nas suas sinagogas e era aclamado por todos. 16 Foi a Nazaré, onde se tinha criado, entrou na sinagoga, segundo o seu costume, em dia de sábado, e levantou-Se para fazer a leitura. 17 Foi Lhe dado o livro do profeta Isaías. Quando desenrolou o livro, encontrou o lugar onde estava escrito: 18 “O Espírito do Senhor repousou sobre Mim; pelo que Me ungiu para anunciar a Boa-nova aos pobres; 19 Enviou-Me para anunciar a redenção dos cativos, e a recuperação da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a pregar um ano de graça da parte do Senhor”. 20 Tendo enrolado o livro, deu-o ao encarregado, e sentou-Se. Os olhos de todos os que se encontravam na sinagoga estavam fixos n’Ele. 21 Começou a dizer-lhes: “Hoje cumpriu-se esta passagem da Escritura que acabais de ouvir” (Lc 1, 1-4; 4, 14-21).

III Domingo do Tempo Comum
Comentário ao Evangelho

Durante sua vida pública, Nosso Senhor serviu-se da palavra
como essencial instrumento de apostolado.
Hoje, vinte séculos depois, apesar dos numerosos avanços da
ciência e da técnica, continua ela sendo eficiente e insubstituível
meio de evangelização.

Por Mons. João S. Clá Dias, EP

“Todos se admiravam das palavras que saíam de sua boca”

Jesus é Filho Unigênito de Deus, idêntico ao Pai. Enquanto Deus, podia usar da “força do Espírito” como melhor Lhe aprouvesse. Porém, enquanto homem, permitiu ser tentado após os quarenta dias de jejum e penitência no deserto para, de dentro de nossa natureza, manifestar e fazer brilhar o mistério de sua Encarnação. Por isso “voltou para a Galileia” e passou a operar os mais variados e maravilhosos milagres, não como fazem os santos, empregando uma força e um poder que não lhes pertencem, mas usando de sua própria onipotência divina. Por esta razão, “sua fama divulgou-se por toda a região circunvizinha”. Venceu o tentador e depois passou a manifestar-Se em face de seu povo.

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O significado das cores na Liturgia Católica

As cores litúrgicas basicamente são quatro: o branco, o vermelho, o verde e o roxo. Além destas, há quatro outras que são opcionais, podendo ser utilizadas em circunstâncias especiais.

A Liturgia da Igreja Católica é cheia de histórias e simbolismos. Cada detalhe tem uma razão de ser. Nada está ali por acaso. É o que se pode notar nas cores dos paramentos sagrados, que variam de acordo com o tempo litúrgico e as comemorações diárias dos Santos de cada dia.

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O melhor “vinho” da História

Naquele tempo, 1 houve um casamento em Caná da Galileia. A Mãe de Jesus estava presente. 2 Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento. 3 Como o vinho veio a faltar, a Mãe de Jesus Lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. 4 Jesus respondeu-Lhe: “Mulher, por que dizes isto a Mim? Minha hora ainda não chegou”. 5 Sua Mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que Ele vos disser”. 6 Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros. 7 Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. 8 Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram. 9 O mestre-sala experimentou a água que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água. 10 O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora!” 11 Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram n’Ele (Jo 2, 1-11).

II Domingo do Tempo Comum
Comentário ao Evangelho

Quando Nossa Senhora for efetivamente a Rainha dos Corações,
“coisas maravilhosas acontecerão neste mundo”. Na História,
à semelhança das Bodas de Caná, o melhor vinho está sendo
reservado para o fim..

Por Mons. João S. Clá Dias, EP

O poder de intercessão de Maria

Perfumam as páginas do Antigo Testamento os feitos das santas mulheres que edificaram as sucessivas gerações do povo eleito. Todas elas são, sob algum aspecto, pré-figuras de Nossa Senhora, e anteciparam o insuperável exemplo de Maria Santíssima na prática das virtudes.

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