A maior das glórias

Esplendor militar, grandezas da literatura, excelências dignas de admiração. Porém, pode-se considerar ainda mais admirável e mais bela a glória religiosa

Plínio Corrêa de Oliveira


Muito se disse da glória da carreira militar, a qual não advém do número de vítimas que o guerreiro faz, e sim dos riscos que ele corre, emoldurados pelo seu esforço pessoal de combatente. Ele não recuou diante do perigo e da iminência da morte, enfrentou todos os obstáculos na sua ofensiva, deitou toda a energia dos seus músculos e todo o vigor da sua alma naquela refrega .

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Arautos em Missão na Amazônia

Nos últimos dias 24 e 25 de outubro os Arautos do Evangelho estiveram em Missão na Região Amazônica, visitando as cidades de Ouro Preto do Oeste e Jaru, no Estado de Rondônia

Ir. Jurandir Bastos, EP


Novos Grupos de Oratório foram implantados nessas cidades, sendo que em Jaru um dos Oratórios percorrerá especificamente a Zona Rural.

O Padre Aumir Scomparin, EP, diretor do Fundo Misericórdia dos Arautos do Evangelho, entregou na ocasião doações destinadas a instituições em ambas as cidades.

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Ressuscitaremos: sim, ou não?

XXXII Domingo do Tempo Comum

Os saduceus cumpriam as formalidades da Lei de Moisés, mas não acreditavam na ressurreição dos mortos: eram ateus-práticos. Por isso, procuravam armar ciladas a Jesus, para impedir a crença na imortalidade da alma e na ressurreição dos corpos

Monsenhor João S. Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho


I – A ressurreição dos corpos

Afirma o Apóstolo que Jesus ressuscitou como “primícias dos que morrem” (I Cor 15, 20). São Paulo não perde nenhuma oportunidade para acentuar a importância da ressurreição final com vistas a animar aos coríntios por ele batizados a continuarem firmes na fé, como também no trabalho apostólico. Segundo ele, sem essa fé, a tendência seria adotar-se um sistema de vida epicurista, relativista e libertino, conforme a expressão de Isaías: “Comamos e bebamos porque amanhã morreremos” (22, 13).

No capítulo 15 de sua primeira epístola aos Coríntios, depois de denominar de “insensato” a quem se põe o problema de como e em que condições ressuscitam os mortos, ele procura esclarecer de forma muito simples e acessível a revelação sobre a identidade substancial dos corpos nesta vida terrestre e os readquiridos após o Juízo Final, apesar das enormes diferenças de propriedade e aspecto entre o morto e o ressurrecto.

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A Devoção do Primeiro Sábado no Brasil


Deus, Criador e Senhor de todas as coisas, pode conceder graças, favores e perdão diretamente a quem a Ele se dirige e pede. Isso é uma verdade. Entretanto, inúmeros exemplos na  História indicam não ser bem assim que Ele age. Vejamos alguns


Jó e a intercessão por seus amigos

Todos conhecem a história de Jó, sua terrível provação e como seus amigos agiram mal e foram por isso gravemente censurados por Deus. O Senhor, mesmo assim, queria perdoá-los. Mas com uma condição:  que Jó intercedesse por eles. Segue o trecho bíblico:

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A família católica, viveiro de vocações

Hoje, mais do que em qualquer outra era histórica, a Igreja tem urgente necessidade de famílias santas para vencer a grave crise pela qual atravessa

Pe. Francisco Teixeira de Araújo, EP

Congresso Internacional de Cooperadores dos Arautos do Evangelho

Ninguém pode negar o fundamental papel da família para o florescimento dos chamados ao sacerdócio e à vida religiosa, nem o fato de uma das principais causas da atual crise de vocações ser o escasso número de casais que rezam junto com seus filhos, ensinam-lhes o papel da Religião nas suas vidas e os convidam com o próprio exemplo a praticar os Mandamentos.

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A festa dos irmãos celestes

Solenidade de Todos os Santos

Na Solenidade de Todos os Santos a Igreja nos convida a ver com esperança nossos irmãos celestes, como estímulo para percorrermos por inteiro o caminho iniciado com o Batismo e atingirmos a plena felicidade na glória da visão beatífica

Monsenhor João S. Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho e do Apostolado do Oratório

 


I – Os Santos, irmãos celestes?

Na Solenidade de Todos os Santos a Igreja celebra todos aqueles que já se encontram na plena posse da visão beatífica, inclusive os não canonizados. A Antífona da entrada da Missa nos faz este convite: “Alegremo-nos todos no Senhor, celebrando a festa de Todos os Santos”.1 Sim, alegremo-nos, porque santos são também — no sentido lato do termo — todos os que fazem parte do Corpo Místico de Cristo: não só os que conquistaram a glória celeste, como também os que satisfazem a pena temporal no Purgatório, e os que, ainda na Terra de exílio, vivem na graça de Deus. Quer estejamos neste mundo como membros da Igreja militante, quer no Purgatório como Igreja padecente, quer na felicidade eterna, já na Igreja triunfante, somos uma única e mesma Igreja.

E como seus filhos temos irmandade, conforme diz São Paulo aos Efésios: “já não sois hóspedes nem peregrinos, mas sois concidadãos dos Santos e membros da família de Deus” (Ef 2, 19).

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