No fim de 2019, novos grupos do Oratório são formados


Assim como o sol dá o melhor de sua beleza no crepúsculo do dia, assim também os missionários da Cavalaria de Maria, já exauridos por um ano inteiro de viagens, de milhares de quilômetros percorridos, inúmeras batalhas travadas em nome e pela glória de Maria Santíssima,  ainda assim não mediram esforços e levaram a presença benfazeja do Imaculado Coração de Maria aos lares das cidades de Campo Grande/MS e Bananal/SP, nos meses de novembro e dezembro passados.

Continue lendo “No fim de 2019, novos grupos do Oratório são formados”

Celebração do Primeiro Sábado pelo Brasil


Assim como os Reis Magos, transidos de alegria, depuseram aos pés do Menino Jesus seus presentes, da mesma forma os coordenadores e participantes do Apostolado do Oratório de todo o Brasil ofereceram à Santíssima Virgem o perfume da devoção da Comunhão Reparadora do Primeiro Sábado, com o intuito de atender o pedido da Santa Mãe de Deus feito em Fátima a toda a humanidade.

Continue lendo “Celebração do Primeiro Sábado pelo Brasil”

Sede devotos do meu Imaculado Coração…

“Para salvar as almas dos pobres pecadores, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração” – dizia a Santíssima Virgem na aparição de 13 de julho de 1917, ao tratar do cerne de sua mensagem. Porém, não foi esta a única ocasião em que Nossa Senhora se referiu à importância dessa devoção. Mencionou-a diversas outras vezes nas suas mensagens, e tal insistência não pode deixar de ser seriamente considerada.

Continue lendo “Sede devotos do meu Imaculado Coração…”

A recusa ao chamado divino e a necessidade da reparação

Em conferência de 29/01/1995, Dr. Plinio comenta a atitude da humanidade ante a “Mensagem do Sagrado Coração de Jesus,” dada ao mundo no ano de 1675 e indica qual deve ser a posição de um verdadeiro católico nos dias atuais, em face aos apelos reiterados de conversão feitos por Nosso Senhor e Nossa Senhora


A essência da Mensagem

“Eis o Coração que tanto amou os homens, e nada poupou até esgotar-se e consumir-se para testemunhar-lhes o seu amor. Em reconhecimento, da maior parte só recebo ingratidões: por suas irreverências e sacrilégios, pelas friezas e os desprezos que eles têm por Mim nesse Sacramento de amor.

Porém, o que mais me magoa é o fato de que assim procedem corações que me são consagrados.

Por isso, peço-te que a primeira sexta-feira após a oitava do Santíssimo Sacramento seja dedicada a uma festa especial para honrar meu Coração: comungando nesse dia, e prestando a Ele uma solene retratação, a fim de desagravá-Lo pelas indignidades que recebe quando está exposto sobre os altares. Eu te prometo, também, que meu Coração se dilatará para difundir com abundância os influxos de seu divino amor sobre aqueles que Lhe prestarem esta honra, e se empenharem para que Lhe seja tributada.”
(Revelação feita a Santa Margarida Maria Alacoque em junho de 1675, no convento de Visitandinas, em Paray-le-Monial, França).1

Continue lendo “A recusa ao chamado divino e a necessidade da reparação”

A vigilância: uma esquecida virtude?

I Domingo do Advento

Ao se iniciar o Ano Litúrgico, o Divino Mestre nos exorta a termos sempre diante dos olhos o fim último para o qual fomos criados e a estarmos preparados para o encontro com o Supremo Juiz. Para tal é indispensável a prática de uma virtude muitas vezes esquecida ou menosprezada: a vigilância


I – Fundamental virtude da vigilância

Ao contemplar a natureza, seja no campo aberto, ou no interior de uma floresta, chamam-nos a atenção certos aspectos, dos quais podemos haurir uma lição para nossa vida espiritual. Vemos, por exemplo, o voo de um pássaro levando no bico um graveto a fim de construir o ninho para colocar os ovos e perpetuar sua espécie. Aquilo é feito com a precisão de um marceneiro ― apenas por instinto e não por ter inteligência ―, uma verdadeira obra de arte. Imaginemos, então, que essa ave recebesse uma alma, não como o principium vitæ que vegetais e animais têm, mas uma alma imortal como a do homem, que subsiste mesmo quando separada do corpo pela morte. Em tal caso, caberia ao pássaro considerar mais valioso o ninho que ele está armando ou a existência eterna de sua nova alma? A segunda opção é evidente. Sem deixar de fazer o ninho, ele deveria concentrar a primeira preocupação no seu destino sempiterno.

Continue lendo “A vigilância: uma esquecida virtude?”