Dr. Plinio comenta: Santa Joana D’ Arc, um grande guerreiro!

Uma simples camponesa, com apenas 17 anos de idade, assume o comando de exércitos e salva sua pátria de um desaparecimento inglório

Certas lendas parecem-se tanto com a realidade a ponto de levantar a pergunta: “Será, de fato, simples lenda?”

Em sentido contrário, certas narrações históricas revestem-se de tantos aspectos surpreendentes que suscitam uma desconfiança: “Mas isto é mesmo real?”

Um dos mais expressivos exemplos do segundo caso é a vida de Santa Joana d’Arc, uma das maiores epopéias da História.

São desconcertantes os traços de sua curta existência. Seriam mesmo inexplicáveis abstraindo-se a graça de Deus, que transformou essa delicada virgem camponesa em guerreira intrépida e fez de seu nome uma saga, um mito, um poema.

No vídeo a seguir, Dr. Plinio comenta a saga da vida desta santa cuja festa se comemora em 30 de maio.

Veja mais sobre a vida de Santa Joana D’ Arc no artigo: Uma saga, um poema, um mito

Um olhar com mil facetas

Dezenas são as festas celebradas em honra da Santíssima Virgem ao longo do ano, mas uma delas chama de modo especial a nossa atenção: a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, que a Igreja comemora no dia 1º de janeiro. Assim, o ano se inicia sob Seu olhar e Sua proteção

 

Pe. Antônio Guerra de Oliveira Jr., EP

nossa senhora do carmo
Nossa Senhora do Carmo

Muito já se escreveu e discorreu acerca da Virgem Mãe de Deus. Entretanto, faltam-nos palavras para exprimir quanto devemos à sua inigualável Pessoa. O culto a Ela remonta ao início da Cristandade, e foi crescendo ao longo do tempo, fazendo-A figurar na pluma dos mais insignes pensadores e nos lábios dos mais eloquentes pregadores, e também nas obras dos mais talentosos artistas que a História conheceu.

Empenhada em manifestar a honra que é devida à Mãe de Deus, a Revista Arautos do Evangelho vem reproduzindo, desde seu primeiro número, expressivas imagens dessa Venerável Senhora, sobretudo nas quartas capas. Ora aparece Ela com afável sorriso, ora com fisionomia compassiva ou com olhar suavemente entristecido, porém sempre nos convidando a, por meio d’Ela, mais facilmente nos aproximarmos do trono de Seu Divino Filho.

Ao longo da história

Em dois milênios de Cristianismo, a figura ímpar de Maria Santíssima foi representada das mais variadas formas. Em sua fase inicial, a Igreja A concebeu como Virgem Orante, com os braços abertos em sinal de prece, e sem o Menino Jesus. Ou ainda como Virgem Mãe, deixando transparecer uma divina pureza em sua feição.

No período românico, Maria é principalmente representada como Mãe de Deus, majestosa, ereta, com olhar hierático. Sentada em trono como Rainha, tem sobre os joelhos Jesus, a Sabedoria Eterna, e O apresenta ao mundo com gesto respeitoso, segurando-o com as duas mãos. São as imagens de Sedes Sapientiæ (Sede da Sabedoria).

Nossa Senhora de Paris

Desde o final do século XII, a hieraticidade cede lugar ao movimento. O Menino Deus “muda” de posição: tal imagem O apresenta num dos braços da Mãe, tal outra sobre os joelhos. A figura da Virgem ganha em destaque e simbolismo: difundem-se as Virgens Negras, coloração explicada por certos exegetas num sentido místico de dor e sofrimento; ou ainda as Virgens com Maçã, relembrando que a nova Eva reparou o pecado da antiga.

No século XIII, em pleno auge do gótico, tudo canta o louvor à Santíssima Virgem: inúmeras igrejas são levantadas em Sua honra, multiplicam-se nos púlpitos as referências a Ela, e a Liturgia A celebra abundantemente. Na pintura e na escultura, a Rainha e Mãe toma ares de uma nobre dama que brinca com seu Filhinho e O abraça com todo afeto. “Sempre foi verdade — afirma o padre Dinarte Passos — que o estilo gótico atingiu o ideal em todas as artes, também, portanto, aqui na arte marial”.1

Depois da Idade Média, rompem- se os estreitos vínculos entre a arte e a Fé. A escultura e a pintura se materializam. Na Renascença e no período Moderno, enquanto progredia a técnica de como fazer, perdia- se em boa medida o espírito de como criar. Mas as manifestações de devoção a Nossa Senhora não deixaram de crescer também nessa época.

Mil formas de representá-La

Mãe de Deus, Imperatriz da China

Sendo Mãe, Maria quer entrar em contato com seus filhos, procura adaptar-Se aos bons aspectos deles, transmite-lhes mensagens. Daí nasceu o culto à Virgem Maria designando- A pelo nome do local onde Ela apareceu: Nossa Senhora de Fátima ou Nossa Senhora de Lourdes, por exemplo. Invocações há que expressam veneração por algum aspecto de sua vida, como Nossa Senhora Menina; ou algum episódio do Evangelho, Nossa Senhora do Desterro, que evoca a fuga para o Egito. Há também formas de representá-La de acordo com as particulares circunstâncias em que Ela nos ajuda: Nossa Senhora da Pena, inspiradora das artes e das letras; Nossa Senhora dos Mares ou Nossa Senhora da Estrada, protetora dos viajantes.

Dezenas são as festas celebradas em honra da Santíssima Virgem ao longo do ano, mas uma delas chama de modo especial a nossa atenção: a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus, que a Igreja comemora no dia 1º de janeiro. Assim, o ano se inicia sob Seu olhar e Sua proteção.

A Maternidade Divina de Nossa Senhora é tão sublime que A coloca acima de todas as outras criaturas. Pois, segundo a expressão do Cardeal Caietano: “Somente a Bem-aventurada Virgem Maria chegou aos confins da divindade por sua própria operação natural, já que concebeu, deu à luz, engendrou e alimentou com Seu leite o próprio Deus”.2

Em vista de tanta sublimidade, ninguém será capaz de exprimir de modo perfeito e acabado — por qualquer tipo de obra artística ou literária — as mil facetas d’Aquela que, segundo São Tomás, tem uma “certa dignidade infinita”.3 Poderá alguém, ao menos, escolher entre várias representações de Nossa Senhora alguma cujo olhar exprima mais adequadamente Aquela que “chegou aos confins da divindade”?

1) Cf. PASSOS, CM, Dinarte Duarte. A Imagem da SS. Virgem através da História. Revista Eclesiástica Brasileira, dezembro 1947, v.VII, f.IV, p.868.

2) CAIETANO, apud ROYO MARÍN, OP, Antonio. Teología de la Perfección Cristiana. 9.ed. Madrid: BAC, 2001, p.89.

3) SÃO TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica, I, q.25, a.6, ad.4.

 Fonte: Revista Arautos do Evangelho, nº 100 – Abr. 2010

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Por ocasião da Quaresma, oração à Virgem das Lágrimas

photo credit: il Bambino III via photopin cc

Virgem das Lágrimas, olhai com maternal bondade a dor do mundo. Enxugai as lágrimas dos sofredores, dos esquecidos, dos desesperados, das vítimas de qualquer violência. Obtende para todos lágrimas de contrição e de vida nova, que abram os corações ao dom regenerador do amor de Deus. Obtende para todos lágrimas de alegria, depois de verem a profunda ternura do vosso Coração.

(São João Paulo II, Homilia de 6/11/1994.)

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Veja também: Oração a Nossa Senhora do Bom Conselho

Meditação para o Primeiro Sábado de fevereiro de 2015

– 4º MISTÉRIO GOZOSO –

I – Através de Maria, o Redentor se oferece oficialmente ao Pai

1 – Fidelidade e obediência no cumprimento da Lei:

Nossa Senhora, concebida sem pecado original, inocentíssima, não tendo conhecido varão e havendo gerado Jesus pelo poder do Espírito Santo, Virgem antes, durante e depois do parto, não precisava purificar-Se. Mas Ela, meticulosamente fiel na observância religiosa e amante da excelsa virtude da obediência, quis cumprir a Lei que obrigava toda mulher consagrar seu Filho a Deus, para em seguida resgatá-Lo.

Nosso Senhor, tomado de imensa emoção, em sua humanidade, entregou-Se de modo solene e oficial ao Pai como vítima expiatória, tendo plena consciência do significado daquela cerimônia e, sobretudo, da finalidade de sua Encarnação e de quanto iria sofrer. Este oferecimento Ele já o fizera desde o primeiro instante em que fora criado, como se lê na Carta aos Hebreus: “ao entrar no mundo, Cristo diz: Não quiseste sacrifício nem oblação, mas Me formaste um corpo. Holocaustos e sacrifícios pelo pecado não Te agradam. Então, Eu disse: Eis que venho (porque é de Mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade” (10, 5-7).

2 – Um ancião flexível às moções do Espírito Santo:

O velho Simeão era, segundo o Evangelista, “justo e piedoso”. Dele pode-se afirmar que, sem conhecer Nosso Senhor Jesus Cristo e antes d’Este haver nascido em Belém, já vivia em função d’Ele. Que mérito admirável!

Era, sem dúvida, uma alma de fogo que ansiava a vinda do Messias e a pedia insistentemente a Deus. Quanta aridez e provação esse homem deve ter passado, na sua longa espera pela vinda do Senhor.

Por isso recebera moções fortíssimas do Espírito Santo e fora-lhe revelado que não morreria sem ver o Salvador prometido. Naquele dia sentiu um impulso sobrenatural para ir ao Templo e foi dócil a ele (Leia mais aqui!).

Obs: Se estiver usando o Firefox, dependendo da versão, depois de clicar em (Leia mais aqui!), será preciso procurar o arquivo da meditação na pasta de downloads padrão.

Veja também: Meditação para o Primeiro Sábado de janeiro de 2015

Convocatória para a VI Peregrinação a Aparecida

Convidamos a todos os supervisores, coordenadores e famílias que participam do Apostolado do Oratório dos Arautos do Evangelho para a 6ª Peregrinação Anual ao Santuário de Aparecida.

Dia 09 de agosto, sábado, é o dia em que todos os grupos do Oratório vão se encontrar com os Arautos aos pés da Padroeira e Rainha do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. Às 07h30 será a concentração em frente à Tribuna Papa Bento XVI, e às 10h30 a Santa Missa presidida pelo cardeal Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno, e concelebrada pelos bispos e padres presentes.

Para as caravanas de peregrinos que chegarem no dia anterior, 08 de agosto, haverá uma Celebração na Basílica Antiga às 18h, e logo em seguida teremos uma Procissão Luminosa pela passarela até o Santuário Nacional da Virgem Mãe Aparecida.

Combinem com seus párocos e com demais integrantes do Apostolado do Oratório; organizem a viagem desses grupos para Aparecida. Não se esqueçam de levar os Oratórios e as capas laranja.

Mais informações pelo telefone (11) 2973-9477 ou pelo e-mail: admoratorio@arautos.org.br

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Veja também: Vídeo da 5ª Peregrinação Nacional ao Santuário de Aparecida