Dr. Plínio pronunciou uma série de conferencias em 1957 sobre o livro de Santo Afonso Maria de Ligório “A Oração, o grande meio da salvação”. Neste 01 de agosto, dia deste grande santo, publicamos neste post alguns trechos de uma delas, dada a grande importância que o tema representa para a vida espiritual de todo católico
Dr. Plínio Corrêa de Oliveira
Para obter que Nosso Senhor nos abra a porta, basta ser importuno. Isso está dito textualmente e comentado por um Doutor da Igreja do porte de Santo Afonso de Ligório. Devemos considerar, de uma vez por todas que, na oração, não são nossas misérias que entram em linha de conta.
A oração não é um cheque bancário contra Deus
A oração tampouco é um cheque que eu saco do fundo dos meus créditos e compro de Deus um favor. … preciso desfazer tal ideia, pois é um obstáculo para o desenvolvimento da nossa vida espiritual.
Que Santa Marta, sublime dama do Evangelho, guie as nossas motivações e dedicação para aquilo que realmente importa: o servir a Deus, que começa primeiro na santificação pessoal, na oração, na vida de contemplação, e depois transborda para a ação, para o zelo da caridade.
Naquele tempo, 1 Jesus foi para o outro lado do Mar da Galileia, também chamado de Tiberíades. 2 Uma grande multidão O seguia, porque via os sinais que Ele operava a favor dos doentes. 3 Jesus subiu ao monte e sentou-Se aí, com seus discípulos. 4 Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. 5 Levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: “Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?” 6 Disse isso para pô-lo à prova, pois Ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer. 7 Filipe respondeu: “Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um”. 8 Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse: 9 “Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?” 10 Jesus disse: “Fazei sentar as pessoas”. Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens. 11 Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes. 12 Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: “Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca!” 13 Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido. 14 Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: “Este é verdadeiramente o Profeta, Aquele que deve vir ao mundo”. 15 Mas, quando notou que estavam querendo levá-Lo para proclamá-Lo rei, Jesus retirou-Se de novo, sozinho, para o monte (Jo 6, 1-15).
A Providência Divina age sem pressa, com esmerada preparação, sobretudo quando visa obras grandiosas. Qual terá sido a didática empregada pela Sabedoria Eterna para anunciar a instituição da Eucaristia? O Evangelho do 17º Domingo do Tempo Comum nos fornece matéria para uma reflexão a este respeito.
Por Mons. João S. Clá Dias, EP
Naquele tempo, 1 Jesus foi para o outro lado do Mar da Galileia, também chamado de Tiberíades.
Jesus e os Apóstolos tomaram uma barca, atravessaram o Tiberíades em busca de um lugar desértico em Betsaida.
Nesta sexta-feira, 26 de julho, a Igreja Católica celebra São Joaquim e Sant’Ana. Por isso, publicamos uma oportuna oração que roga à Mãe de Nossa Senhora que interceda por nossos filhos.
Em 25 de julho a Igreja Católica celebra a memória de São Tiago Maior. Tiago nasceu na Galiléia e era filho de Zebedeu e Salomé, segundo as Sagradas Escrituras. Era irmão de João Evangelista, ambos pescadores. É sempre citado como um dos três primeiros apóstolos, juntamente com Pedro e André.
É chamado de “maior” por causa do apóstolo homônimo, Tiago, filho de Alfeu, conhecido como “menor”.
Para bem compreendermos a figura de São Charbel Makhlouf devemos nos situar no panorama e no povo em que ele viveu.
Cenário majestoso e poético
Era árabe e habitava no Líbano, naquelas regiões repletas de poesia e tantas vezes descritas pela Escritura: altas montanhas junto ao Mediterrâneo, que deixam apenas uma língua de terra entre elas e o mar. Montanhas revestidas por algo de sagrado, pois lembram particularmente a Deus Nosso Senhor, talvez pela proximidade da Terra Santa e pela sua majestade. Evocam também Nossa Senhora, comparada a um monte colocado acima de todos os outros.
Essas regiões eram recobertas por uma vegetação maravilhosa — hoje muito dizimada —, constituída sobretudo pelos cedros do Líbano, possantes e bonitos, os quais na linguagem da Bíblia representam a árvore por excelência.