Um dia, a superiora de um convento estava cheia de dívidas. As despesas eram muitas, até porque o convento andava em obras.
Como não tinha dinheiro para pagar as dívidas, resolveu colocar as faturas (cobranças) aos pés da imagem de São José com uma carta urgente a pedir ajuda. Inclusive, pôs uns óculos aos pés do santo, para que ele visse bem os números dos cifrões $.
O Apóstolo São Judas Tadeu, conhecido como o santo das causas impossíveis, era primo de Nosso Senhor Jesus Cristo e irmão de São Tiago Menor
Eusébio de Cesareia, pai da história da Igreja, se refere a ele como sendo o noivo das Bodas de Caná. Embora não seja possível confirmar tal afirmação, ele, de fato, nasceu em Caná da Galileia. Coube a este valoroso intercessor evangelizar Israel, Arabia, Síria, Armênia, Mesopotâmia e Pérsia.
Numa de suas aparições a Santa Brígida da Suécia, Nosso Senhor afirmou que nas situações difíceis podemos recorrer a São Judas Tadeu, que está sempre pronto a nos ajudar com sua eficaz intercessão. Pensando em tal promessa, e na data em que a Igreja homenageia o Apóstolo cananeu, publicamos para os nossos leitores a oração abaixo:
A envergadura moral do esposo de Nossa Senhora e Pai adotivo do Menino Jesus
Plínio Corrêa de Oliveira
Os senhores imaginem, portanto, o que é o santo que é o Padroeiro da Igreja Católica! Ele tem que ser algo de tão alto, de tão excelso que, por assim dizer, tem que ser o reflexo da Igreja que ele guarda! Para estar proporcionado a Ela, tem que ter o reflexo da Igreja que guarda.
Podemos considerar que a envergadura espiritual de São José – enquanto co-idêntico com o espírito da Igreja Católica, enquanto sendo exemplar prototípico e magnífico da mentalidade, das doutrinas, do espírito da Igreja Católica – só se pode medir por esse outro critério: é o fato dele ser Esposo de Nossa Senhora e proporcionado, portanto, a Nossa Senhora; ser o Pai adotivo do Menino Jesus e, portanto, proporcionado ao Menino Jesus!
“Maria Santíssima é a obra prima da criação. Deus quis começar e acabar suas maiores obras por meio da Santíssima Virgem
Ir. Alcidio Miranda, EP
– Ser vosso devoto, ó Virgem Santíssima, é uma arma de salvação que Deus dá, àqueles que quer salvar.” (Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria, de São Luis Maria Grignion de Montfort)
E foi assim que, cheios de entusiasmo pelas palavras do grande santo mariano, fiéis e membros do Apostolado do Oratório da Paróquia Nossa Senhora da Luz da cidade de Foz do Iguaçu, fizeram a solene consagração a Nossa Senhora. Uns a renovaram, outros a fizeram pela primeira vez.
A cerimônia deu-se em 26 de maio e foi celebrada pelo pároco, revmo. padre Ademar Oliveira Lins.
Veja fotos do dia.
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Veja aqui como fazer para ter o apoio e a orientação dos Arautos do Evangelho na realização do Curso Preparatório à Consagração a Nossa Senhora em sua paróquia.
São Francisco em êxtase – grupo escultural conservado no Museu de Sevilha, Espanha Pe. Carlos Alberto Soares Corrêa
As “Crônicas Franciscanas”, que narram episódios encantadores da vida de São Francisco, contam-nos que ele decidiu isolar-se durante alguns dias numa daquelas maravilhosas montanhas da Itália. Para imitar o Divino Salvador, desejava orar e jejuar a pão e água durante 40 dias. Decorridas algumas semanas, sentiu as consequências da fraqueza da natureza humana. Julgava não ter forças para levar até o fim o seu sublime propósito. Mas como Jesus nos ensinou que tudo o que pedíssemos ao Pai em seu nome, Ele no-lo daria, lançou Francisco um apelo ao Criador: “Senhor, fazei- me experimentar um pouco da felicidade de que gozam os bem-aventurados na Pátria Eterna! Se me atenderdes, conseguirei seguramente imita o vosso divino exemplo, orando e jejuando durante 40 dias”.
Sua prece foi imediatamente atendida. Enviou-lhe Deus um esplendoroso Anjo, com a forma de um jovem, portando nas mãos um belíssimo instrumento musical. “Francisco”, disse-lhe o celestial mensageiro, “eu te farei ouvir um pequeno trecho de uma das incontáveis melodias que se entoam continuamente na Corte Celeste. Um trecho apenas, pois, se eu a executasse inteira, tua alma se separaria do corpo e voa- ria para Deus”.
Foram dois minutos de um angélico concerto! Inebriou, todavia, de tal felicidade a alma do Santo, que mais tarde confidenciou ele a seus irmãos de vocação: “Eu estaria disposto a jejuar durante mil anos, para experimentar novamente em minha alma, durante apenas dois minutos, aquela felicidade, impossível de ser descrita com a linguagem desta terra”.
Excerto do Artigo: “Dois minutos de um angélico concerto” – Pe. Carlos Alberto Soares Corrêa, EP., Revista Arautos do Evangelho nº 8, agosto de 2002.