Pedra de escândalo e remédio para viver

Por Padre Rafael Ibarguren EP. Algo muito preocupante está, com toda razão, na mente de todos… enquanto parece se ignorar o melhor remédio que, junto com as medidas de prevenção, não pode faltar: a oração, a penitência, a mudança de vida, o Pão da Vida. Enquanto isso, missas são suspensas, santuários e igrejas fechadas, reuniões proibidas, a confissão e comunhão pascal – único recurso anual de muitíssimos fiéis – se tornam difíceis ou impossíveis; “Senhor, a quem vamos acudir?” (Jo 6, 69). Entretanto, nos sacrários, como na barca do mar da Galileia durante a tempestade, Jesus “dorme” e não “desperta”, nem sequer à distância…

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Como Deus nos amou

Quinta-Feira Santa
(Missa da Ceia do Senhor)

Amar aos outros como Deus nos amou! Eis uma das mais belas formas de preparar-nos para a Eucaristia no Tempo da Páscoa que agora começa.

Mons. João S. Clá Dias, EP
Fundador dos Arautos do Evangelho

 

“Deus é amor”

Um insuperável clímax de plenitude de amor atinge o Sagrado Coração de Jesus naquelas últimas horas de convívio com os seus. Transcorrem ali, naquele histórico recinto, os momentos finais de sua vida terrena. São os derradeiros episódios que constituem o grande pórtico dos sagrados mistérios da Redenção prestes a realizarem-se. Os inimigos se agitam e se entre-estimulam a perpetrar o mais grave homicídio de todos os tempos. Encontram-se eles na dependência de um guia possuído por Satanás, aguardando o momento propício para agarrar o Messias e conduzi-Lo aos tormentos da Cruz. Não há minuto a perder, é indispensável o Salvador externar ao Pai e aos discípulos o transbordante amor a borbulhar no interior de seu sagrado peito.

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Santidade e Eucaristia


Por Padre Rafael Ramón Ibarguren Schindler*. Qual é a gênese, a origem, a base sobre a qual se assenta a santidade, aspiração de todo batizado? Parte de um reconhecimento sincero do nada da miséria humana, e do encanto pela totalidade única e benevolente que é Deus. O cântico do Magnificat proclamado pela Santíssima Virgem, é como a rocha firme sobre a qual se constrói o edifício da santidade. Essa disposição de espírito humilde e agradecida, constitui o preâmbulo necessário para ser Santo, antes mesmo da prática dos mandamentos, do exercício das obras de misericórdia, ou da compreensão dos artigos do Credo. Sem humildade e sem o poder de Deus que nos auxilia com sua graça, não há mérito nem há santidade.

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Adorar… Como e para quê?

Por vezes, alguns fiéis ficam desmotivados para decidir-se a ser adoradores. Dispõem de tempo para aproximar-se da Eucaristia, mas não dão o passo; um passo que poderá ser ocasional, muito de vez em quando, ou que importe em um compromisso formal de passar, cada dia ou cada semana, um tempo junto ao sacrário ou a custódia onde está presente o Senhor na Hóstia consagrada

Pe. Rafael Ramón Ibarguren Schindler*

Quais são os motivos dessa desmotivação? Na maioria dos casos, parecem ser duas as razões ou objeções que se esgrimam, seja conscientemente como de forma apenas implícita. Uma é: Para que adorar? Qual é a utilidade de dar esse tempo à adoração, tempo que poderia ser utilizado em outras coisas boas, úteis e até necessárias?

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Belos textos sobre a Eucaristia

Já há algum tempo o revmo. pe. Rafael Ibarguren, EP, tem contribuído com este blog com admiráveis artigos sobre a Eucaristia, nos quais se notam não somente o conhecimento doutrinário do tema mas, sobretudo, depreende de sua pena o inconfundível timbre de uma alma tocada pelo Senhor com graças místicas de fervor eucarístico

 O Apostolado do Oratório vem por estas linhas manifestar sua gratidão ao revmo. pe. Rafael por tal contribuição, que tanto bem tem feito a nossos leitores com a apreciação do conteúdo de seus artigos.

A repercussão de seus posts chegou também a algumas paróquias, onde grupos de coordenadores tiveram a excelente ideia de realizar uma vez por mês um encontro de confraternização, tendo como fundo a leitura e estudo de seus textos. Após esta leitura, também rezariam um terço em conjunto ou, sendo possível, fariam uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento como preparação à Santa Missa.

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