São Patrício

Bela “esmeralda encastoada no mar”, a Irlanda, pelo apostolado de São Patrício, tornou-se a “Ilha dos Santos”. Ameaçando chefes piratas e expulsando demônios com Fé e destemor, São Patrício foi um exímio discípulo do Senhor nessas terras de missão

Por Plínio Corrêa de Oliveira

No dia dezessete de março, comemora-se a festa de São Patrício.

No livro de Hello(1), “A fisionomia dos santos”, há alguns dados biográficos magníficos a respeito da figura dele.

“São Patrício é, sem dúvida alguma, um dos santos de vida mais extraordinária que se conhece. Aos doze anos foi raptado por piratas e levado para a Irlanda.”

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Celebração do Primeiro Sábado de março 2026

Como dizia o grande São Bernardo de Claraval: “De Maria nunquam satis”, ou seja, “a respeito de Maria, jamais será o bastante”. Da mesma forma pensam e agem os membros do Apostolado do Oratório, que todos os meses não deixam de realizar em suas paróquias e comunidades a Devoção dos Primeiros Sábados do Mês.

Veja fotos de algumas dessas cerimônias.

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Amor a toda prova

III Domingo da Quaresma

O encontro com uma pobre mulher da Samaria prefigura o amor de Jesus por todos nós. Fatigado pelo calor do caminho, o Redentor necessita de água. Mas sua sede de converter aquela alma é incomparavelmente maior.

Por Monsenhor João S. Clá Dias, EP

O amor de Jesus pelas almas humildes

Antes de entrarmos a considerar o Evangelho de hoje, façamos uma comparação entre o procedimento de Jesus com Nicodemos e com a samaritana.

Devido ao respeito humano, Nicodemos escolhe as sombras camuflantes da noite para visitar o Mestre. A iniciativa da procura é dele.

Bem o inverso, no caso da samaritana, apesar do cansaço produzido pela longa caminhada por acidentado terreno — uns 30 km de distância — Jesus vai em busca da ovelha desgarrada, em pleno meio-dia e sob forte calor. Ademais, dispõe as circunstâncias para poder permanecer a sós, a fim de, ao aproximar-Se dela, ter oportunidade de desenvolver seu apostolado. Transparece claramente nos detalhes desse acontecimento o delicado carinho que Jesus tem pelas almas humildes e despretensiosas.

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Meditação do Primeiro Sábado de março 2026


I Mistério Doloroso – Agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras
Jesus carregou sobre Si nossos pecados

Introdução

Faremos nossa Devoção do Primeiro Sábado meditando em março o 1º Mistério Doloroso: Agonia de Nosso Senhor Jesus Cristo no Horto das Oliveiras. Na noite da Quinta-feira Santa, depois de nos deixar a Si mesmo como alimento na Sagrada Eucaristia, Jesus se dirige ao Jardim do Getsêmani, onde começará seu sacrifício para resgatar o gênero humano.

Composição de Lugar

Procuremos imaginar o Jardim do Getsêmani na noite em que Jesus ali se recolheu para sua vigília antes da Paixão: um amplo horto onde se erguiam grandes oliveiras, tocadas pelos fulgores prateados de uma lua cheia que, vez ou outra, aparecia entre nuvens carregadas. O Salvador está de joelhos junto a algumas pedras nas quais seus braços se apoiam. Sua fisionomia contristada e aflita demonstra toda a amargura que Lhe inunda o Coração. Num canto afastado do jardim, os apóstolos Pedro, Tiago e João dormem pesadamente.

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Confissão ou saudades da inocência?

Em certo momento Jesus Cristo bate paternalmente à porta das almas com um carinhoso convite para fazerem uma boa Confissão.

Era uma quinta-feira ensolarada e úmida na capital paulistana, perto do fim do ano. A Catedral da Sé abriu suas portas para os fiéis já cedo, como de costume.

Às nove horas começavam alguns padres a caminhar pelos corredores laterais do grande edifício em direção aos confessionários, diante dos quais vários fiéis aguardavam a chegada do sacerdote.

– Para que essas filas dentro da Igreja? – perguntou a um deles um curioso observador.

– Estamos esperando para nos confessarmos.

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O incrível poder do Sinal da Cruz

Por que o Sinal da Cruz é tão poderoso? Porque representa a vitória total de Cristo sobre Satanás, o pecado e a morte

No meio do tumultuoso século IV, Deus suscitou um sacerdote inteligente e santo da igreja de Alexandria, chamado Atanásio. 

Quase no início de sua longa carreira defendendo a ortodoxia da Igreja, ele escreveu um pequeno livro (Sobre a Encarnação), defendendo vigorosamente as verdades centrais do Evangelho: a divindade de Cristo, a humanidade de Cristo, a lógica da cruz, a historicidade da ressurreição, etc.

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