⚜️ Solenidade de São Pedro e São Paulo⚜️

Objetos de inimaginável perdão.

“Há algo de imensamente belo no trato da Providência com os homens. Tal sobressai quando uma pessoa possui grande vocação e, apesar de suas infidelidades, a graça continua a lhe fazer insistências extraordinárias. Pode a alma se encontrar numa lamentável situação, mas o chamado de Deus conserva todo o frescor primitivo. Disso constitui a vida dos dois Apóstolos excelente exemplo.

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Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Dos inumeráveis títulos da Mãe de Deus, poucos são tão expressivos quanto o de Perpétuo Socorro. A milagrosa imagem venerada sob essa invocação é rica em simbolismo

Ir. Jurandir Bastos, EP

Haverá alguém que nunca tenha se sentido aflito em horas de dificuldades ou na perspectiva de alguma tragédia? Ou que jamais tenha tido necessidade de uma ajuda, seja ela espiritual, psicológica, afetiva ou material?

Com toda certeza, não, pois o ser humano, longe de ser auto-suficiente, é contingente por natureza: não tem condições de viver sem apoio de seus semelhantes, muito menos sem a contínua sustentação de Deus, Criador do universo.

Uma carência inevitável, uma solução infalível

Para esse estado de carência inevitável, Deus nos oferece uma solução infalível: o recurso à sua e nossa Mãe. Daí ser muito apropriado o título de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, com o qual se patenteia a certeza do auxílio que Ela nos dá quando a Ela recorremos.

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São João Batista, precursor do Cordeiro de Deus

No mês de junho a Igreja comemora a Solenidade do nascimento de São João Batista, o Precursor de Nosso Senhor Jesus Cristo. Apresentamos a nossos leitores um eloquente comentário tecido  por Dr. Plínio sobre esse santo varão, sobre seu especial relacionamento com Nossa Senhora, que serve de inspiração para nós. Acompanhe.

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A vida e missão profética de São João Batista, marcadas pela vigorosa personalidade do Precursor, teve um início que nos enche de admiração e enlevo, por nele estar envolvida a própria Mãe de Deus.

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Amanhã, tudo saberemos!

XII Domingo do Tempo Comum

A morte, com sua implacabilidade, retira de nossos olhos os óculos que falseiam a visão do universo criado e do relacionamento de cada um de nós com o próximo e com Deus. No dia do Juízo “nada há encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido”

Mons. João S. Clá Dias, EP

 

A morte, fim de todas essas quimeras

Vivemos nesta Terra em estado de prova e de passagem. Tão precária é nossa situação que nos enganamos com facilidade, mesmo a propósito do tempo, vivendo como se nossa permanência neste mundo fosse eterna. Não é raro cruzar pela nossa mente aquele sonho da possível descoberta do elixir da longa vida, ou do elixir da própria imortalidade. Muitos prefeririam estender ao infinito os limites de sua existência terrena, transformando-a numa espécie de limbo perpétuo, quer dizer, um tipo de vida no qual pudessem ter felicidade natural, sem nenhum voo de espírito. Esses participam, consciente ou inconscientemente, de um culto implícito que poderia muito bem ser rotulado de “limbolatria”.

A morte, com sua implacabilidade e trágica realidade, põe fim a essas quimeras, e retira de nossos olhos os óculos que falseiam a visão do universo criado e do relacionamento de cada um de nós com o próximo e com Deus. Ademais, a morte traz consigo o juízo divino: “nada há de encoberto que não seja revelado”.

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São Luís de Gonzaga

Em 21 de junho a Igreja celebra a memória de São Luis Gonzaga, o patrono da juventude cristã. Primogênito do Marquês de Castiglione delle Stivieri, Luís de Gonzaga nasceu em 9 de março de 1568. Ainda criança, interessou-se pela carreira das armas, a exemplo de seu pai. Este o levou, aos 4 anos, a presenciar manobras militares. O menino ficou tão entusiasmado que, sem ninguém perceber, carregou uma peça de artilharia e deitou-lhe fogo! Por pouco escapou de ser massacrado pelas rodas da pesada carreta.

Mas aos 7 anos, perdeu o gosto pelas coisas do mundo e decidiu dedicar- se a Deus. Essa decisão foi tão bem cumprida que São Roberto Belarmino, seu diretor espiritual, declarou nunca haver ele cometido um único pecado mortal.

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