Meditação do Primeiro Sábado de agosto 2021

IV Mistério Luminoso. A Transfiguração de Jesus no Monte Tabor.
Cruz e Glória.

Introdução

Façamos nossa devoção reparadora do Primeiro Sábado, conforme o pedido de Nossa Senhora em Fátima, meditando em agosto o 4º Mistério Luminoso: A Transfiguração de Jesus no Tabor. Neste Mistério, Jesus deixa transparecer o esplendor da sua divindade que, habitualmente, estava escondido sob a sua natureza humana. Com esta luminosa manifestação, o Divino Mestre nos revelou o glorioso destino que está reservado a cada um de nós, com nossa própria transfiguração na vida eterna.

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Os mais excelentes pães da História

Naquele tempo, 1 Jesus foi para o outro lado do Mar da Galileia, também chamado de Tiberíades. 2 Uma grande multidão O seguia, porque via os sinais que Ele operava a favor dos doentes. 3 Jesus subiu ao monte e sentou-Se aí, com seus discípulos. 4 Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. 5 Levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: “Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?” 6 Disse isso para pô-lo à prova, pois Ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer. 7 Filipe respondeu: “Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um”. 8 Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse: 9 “Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?” 10 Jesus disse: “Fazei sentar as pessoas”. Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens. 11 Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes. 12 Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: “Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca!” 13 Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido. 14 Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: “Este é verdadeiramente o Profeta, Aquele que deve vir ao mundo”. 15 Mas, quando notou que estavam querendo levá-Lo para proclamá-Lo rei, Jesus retirou-Se de novo, sozinho, para o monte (Jo 6, 1-15).

A Providência Divina age sem pressa, com esmerada preparação,
sobretudo quando visa obras grandiosas. Qual terá sido a didática
empregada pela Sabedoria Eterna para anunciar a instituição da
Eucaristia? O Evangelho do 17º Domingo do Tempo Comum nos
fornece matéria para uma reflexão a este respeito.

Por Mons. João S. Clá Dias, EP

Naquele tempo, 1 Jesus foi para o outro lado do Mar da Galileia,
também chamado de Tiberíades.

Jesus e os Apóstolos tomaram uma barca, atravessaram o Tiberíades em busca de um lugar desértico em Betsaida.

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São Charbel Makhlouf. Modelo de contemplação e obediência

Por Plinio Corrêa de Oliveira

Para bem compreendermos a figura de São Charbel Makhlouf devemos nos situar no panorama e no povo em que ele viveu.

Cenário majestoso e poético

Era árabe e habitava no Líbano, naquelas regiões repletas de poesia e tantas vezes descritas pela Escritura: altas montanhas junto ao Mediterrâneo, que deixam apenas uma língua de terra entre elas e o mar. Montanhas revestidas por algo de sagrado, pois lembram particularmente a Deus Nosso Senhor, talvez pela proximidade da Terra Santa e pela sua majestade. Evocam também Nossa Senhora, comparada a um monte colocado acima de todos os outros.

Essas regiões eram recobertas por uma vegetação maravilhosa — hoje muito dizimada —, constituída sobretudo pelos cedros do Líbano, possantes e bonitos, os quais na linguagem da Bíblia representam a árvore por excelência.

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Santa Maria Madalena foi assim!

Dr. Plinio Corrêa de Oliveira comenta nesse vídeo sobre Santa Maria Madalena.

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Plinio Corrêa de Oliveira deixa fundada uma escola de pensamento e de ação, em prol da Santa Igreja Católica. É ele o inspirador do Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias que fundou os Arautos do Evangelho. E esta escola, antes de tudo, se afirma por uma adesão total e entusiasmada à doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana, expressa nos ensinamentos dos Romanos Pontífices e do Magistério eclesiástico em geral.

Os verdadeiros e os falsos: quem são eles?

Quem são os que vestem o mal de bem, e chamam o erro de verdade?

“A sabedoria deste mundo está em esconder as maquinações do coração, velar o sentido das palavras, mostrar como verdadeiro o que é falso, demonstrar ser errado aquilo que é verdadeiro. Pelo contrário, a sabedoria dos justos consiste em nada fingir por ostentação; declarar o sentido das palavras; amar as coisas verdadeiras tais como são; evitar as falsas; fazer o bem gratuitamente; preferir tolerar de bom grado o mal a fazê-lo; não procurar vingança contra a injúria; reputar lucro a afronta, em bem da verdade. Zomba-se, porém, desta simplicidade dos justos porque para os prudentes deste mundo a virtude da pureza de coração é tida por loucura. Tudo quanto se faz com inocência, eles reputam tolice e aquilo que a verdade aprova nas ações, soa falso à sabedoria humana.”

São Gregório Magno, “Moralia”. (Lib. 10, 47-48: PL 75, 946-947).

Por Cícero Leite.

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