Os Arautos do Evangelho esclarecem a invalidade do comissariado

Reportagem exclusiva do portal de notícias Gaudium Press traz  esclarecimentos sobre o comissariado dos Arautos do Evangelho, divulgado pela Santa Sé, os Arautos do Evangelho foram manchetes de  algumas das mais famosas agências noticiosas do mundo e responde as calúnias

 


Redação (Sábado, 19-10-2019, Gaudium Press) Reportagem exclusiva à Gaudium Press. Logo após a difusão da notícia sobre o comissariado dos Arautos do Evangelho divulgada pela Santa Sé, a Associação foi inserida nas manchetes de algumas das mais famosas agências noticiosas do mundo. Enquanto alguns órgãos procuravam enfocar a situação com profissionalismo, outros preferiram prestar-se – antes de comprovar a realidade dos fatos – à veiculação de versões parciais, ou até mesmo distorcidas, dos fatos de maneira a, consciente ou inconscientemente, denegrir a boa reputação da entidade.

Desejosos de encontrar a verdade no meio de todas as informações, inclusive contraditórias, que têm circulado pela internet e pelas redes sociais nos últimos dias, realizamos uma reportagem exclusiva junto às autoridades e aos membros dos Arautos do Evangelho, para apurar a sua versão dos fatos, e apresentá-la ao grande público.

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São Domingos de Gusmão

Seu nome foi escolhido para homenagear São Domingos de Silos, porque sua mãe, antes de Domingos nascer, fez uma novena no santuário do santo abade. E, como conta a tradição, no sétimo dia ele lhe teria aparecido para anunciar que seu futuro filho seria um santo para a Igreja Católica

Ir. Jurandir Bastos, EP

Domingos nasceu em 24 de junho de 1170, na pequena vila de Caleruega, na Velha Castela, atual Espanha. Pertencia a uma ilustre e nobre família, muito católica e rica: seus pais eram Félix de Gusmão e Joana d’Aza e seus irmãos, Antonio e Manes. O primeiro tornou-se sacerdote e morreu com odor de santidade. O segundo, junto com a mãe, foi beatificado pela Igreja.

Nesse berço exemplar, o pequeno Domingos trilhou o mesmo caminho de servir a Deus.

Domingos dedicou-se aos estudos, tornando-se uma pessoa muito culta. Mas nunca deixou a caridade de lado. Em Calência, cidade onde se diplomou, surpreendeu a todos ao vender os objetos de seu quarto, inclusive os pergaminhos caros usados nos estudos, para ter um pequeno “fundo” e com ele alimentar os pobres e doentes.

Aos vinte e quatro anos, sentindo o chamado, recebeu a ordenação sacerdotal. Foi enviado para a diocese de Osma, onde se distinguiu pela competência e inteligência. Logo foi convidado para auxiliar o rei Afonso VII nos trabalhos diplomáticos do seu governo e também para representar a Santa Sé, em algumas de suas difíceis missões.

Durante a Idade Média, período em que viveu, havia a heresia dos albigenses, ou cátaros, surgida no sul da França. O Papa Inocêncio III enviou-o para lá, junto com Diego de Aceber, seu companheiro, a fim de combater os católicos reencarnacionistas. Mas, devido à morte repentina desse caro amigo, Domingos teve de enfrentar a missão francesa sozinho. E o fez com muita eficiência, usando apenas o seu exemplo de vida e a pregação da verdadeira Palavra de Deus.

Domingos, o Santo homem que recebeu das mãos da Virgem o Rosário

Em 1207, em Santa Maria de Prouille, Domingos fundou o primeiro mosteiro da Ordem Segunda, das monjas, destinado às jovens que, devido à carestia, estavam condenadas à vida do pecado.

A santidade de Domingos ganhava cada vez mais fama, atraindo as pessoas que desejavam seguir o seu modelo de apostolado. Foi assim que surgiu o pequeno grupo chamado “Irmãos Pregadores”, do qual fazia parte o seu irmão de sangue, o Bem-aventurado Manes.

Em 1215, a partir dessa irmandade, Domingos decidiu fundar uma Ordem, oferecendo uma nova proposta de evangelização cristã e vida apostólica. Ela foi apresentada ao Papa Inocêncio III, que, no mesmo ano, durante o IV Concílio de Latrão, concedeu a primeira aprovação.

Clique aqui e conheça a origem da devoção do Rosário

No ano seguinte, seu sucessor, o Papa Honório III, emitiu a aprovação definitiva, dando-lhe o nome de Ordem dos Frades Predicadores, ou Dominicanos. Eles passaram a ser conhecidos como homens sábios, pobres e austeros, tendo como características essenciais a ciência, a piedade e a pregação.

Túmulo de São Domingos de Gusmão – Catedral de Bolonha – Itália

Em 1217, para atrair a juventude acadêmica para dentro do clero, o fundador determinou que as Casas da Ordem fossem criadas nas principais cidades universitárias da Europa, que na época eram Bolonha e Paris. Ele se fixou na de Bolonha, na Itália, onde se dedicou ao esplêndido desenvolvimento da sua obra, presidindo, entre 1220 e 1221 os dois primeiros capítulos gerais, destinados à redação final da “carta magna” da Ordem.

No dia 8 de agosto de 1221, com apenas cinquenta e um anos de idade, ele morreu. Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, que lhe dedicava especial estima e amizade, em 1234. São Domingos de Gusmão foi sepultado na catedral de Bolonha e é venerado, no dia de sua morte, como Padroeiro Perpétuo e Defensor dessa cidade.

Na Liturgia das Horas, própria dos Santos, nas Laudes, de São Domingos, reza-se:

Hino

Arauto do Evangelho,
sublime pregador,
Domingos traz no nome
o Dia do Senhor.

Qual lírio de pureza,
só teve uma paixão:
levar aos que se perdem
a luz da salvação.

Seus filhos nos envia,
por eles nos conduz;
as chamas da verdade
espalham sua luz.

Maria ele coroa
com rosas de oração;
por toda a terra ecoa
do anjo a saudação.

Com lágrimas e preces
pediu por todos nós.
Que Deus, que é uno e trino,
atenda à sua voz.

______________________

Foto do túmulo: http://www.wikiwand.com/pt/Bas%C3%ADlica_de_S%C3%A3o_Domingos#/Pra%C3%A7a_de_S%C3%A3o_Domingos

Papa: “Luz de Jesus traz alegria e preenche nossos corações”

photo credit: [] Carlos Guevara [] via photopin cc

Cidade do Vaticano, 13 dez 2013 (RV) – Ao meio dia desta sexta-feira, 13, o Papa recebeu na Sala Clementina cerca de 350 pessoas que vieram em peregrinação da Baviera, acompanhando a árvore de Natal doada pela região ao Vaticano e colocada no centro da Praça São Pedro.

A delegação alemã é composta pelo Prefeito da cidade de Waldmünchen, que ofereceu a árvore, autoridades civis da região e os bispos de Regensburg e Plze?, diocese confinante na República Checa.

A árvore permanece ao lado do presépio durante todo o período das festas de Natal, quando é admirada por milhares de romanos, peregrinos e turistas de todo o mundo. Além dela, a Baviera doou este ano vários outros pinheiros menores que foram distribuídos em todo o território do Estado vaticano.

“Com estes dons, tão apreciados, vocês manifestam a proximidade espiritual e a amizade que unem toda a Alemanha à Santa Sé, na tradição cristã que fecundou a cultura, a literatura e a arte de sua nação e da Europa inteira. Com minhas orações, acompanho o caminho de suas comunidades cristãs e de todo o povo alemão”.

Francisco colheu a ocasião para fazer seus votos de paz no Natal do Senhor:

“A luz que envolveu os pastores em Belém continua a dissipar as trevas do erro e do pecado, trazendo à Humanidade a alegria e o esplendor da luz divina, da qual a árvore é um símbolo. Deixemo-nos envolver pela luz de sua verdade para que a alegria do Evangelho preencha o coração e toda a vida de quem encontrar Jesus”, concluiu o Papa. (CM)

Rádio Vaticano

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Aberto o conclave: o programa de hoje

Foto: Gustavo Kralj

Cidade do Vaticano, 12 mar (RV) – Com a Missa Pro Eligendo Pontifice, abriu-se nesta terça-feira, 12, o Conclave para a eleição do novo Papa. Desde as 7h (3h de Brasília), os 115 cardeais eleitores começaram a se acomodar na Casa Santa Marta, dentro do Vaticano, onde ficarão hospedados durante toda a duração das votações. Cada um terá seu quarto – os aposentos foram definidos por sorteio.

A cerimônia foi aberta a todos que conseguiram lugar, presidida pelo cardeal decano, o italiano Angelo Sodano, e concelebrada por todos os demais cardeais, não apenas os votantes.

No primeiro dia de conclave, está prevista apenas uma votação. Segundo a Sala de Imprensa da Santa Sé, os cardeais devem seguir às 15h45 (11h45 no horário de Brasília) para o palácio apostólico.

Depois, às 16h20 (12h20 em Brasília), seguirão em procissão da Capela Paulina para a Capela Sistina. O rito será transmitido ao vivo pela Rádio Vaticano, com comentários em português.

Os cardeais entram na capela, ocupam seus lugares e fazem o juramento previsto na Constituição Apostólica. O Cardeal Giovanni Batista Re, decano do conclave (por ser o mais idoso dos cardeais-bispos) fará uma introdução em latim.

Depois, cada um dos cardeais vai ao centro da capela, e com a mão sobre o Evangelho, profere o juramento, também em latim.

Então, a capela é fechada pelo Mestre das Celebrações Pontifícias, Mons. Guido Marini, que intima “Extra omnes”. Antes de todos os que não participam do conclave deixarem a Capela Sistina, o Cardeal Prosper Grech, 87 anos, maltês, propõe a última meditação aos cardeais eleitores. Em seguida, começam as votações.

O cronograma prevê que a operação termine às 19h15 (15h15 em Brasília) e retornem para a Casa Santa Marta às 19h30 (15h30 em Brasília). Às 20h (16h em Brasília), será servido o jantar.

Padre Lombardi, Diretor da Sala de Imprensa, disse que “dificilmente” o nome do novo Papa deve sair na primeira votação, nesta tarde.

A partir de quarta-feira, 13, serão feitas duas votações pela manhã e duas à tarde, até um dos candidatos receber mais de dois terços dos votos. As cédulas serão queimadas apenas uma vez por período e a previsão é que a fumaça seja expelida pela chaminé da Capela Sistina às 12h e às 19h (8h e 15h em Brasília).

Brasileiros

Cinco cardeais brasileiros participam do conclave: o arcebispo emérito de São Paulo, Dom Cláudio Hummes, 78 anos, o Prefeito emérito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, Dom João Braz de Aviz, 65, o arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, 63, Dom Geraldo Majella Agnelo, cardeal arcebispo emérito de Salvador, e o arcebispo de Aparecida e Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Raymundo Damasceno Assis.

(CM) – Rádio Vaticano

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Bento XVI: Ano da Fé deverá ser um «verdadeiro momento de graça» para a Igreja

Cidade do Vaticano, 11 set (Ecclesia) – Bento XVI desafia os cristãos a fazerem do Ano da Fé, com início marcado para 11 de outubro, uma ocasião de comunhão e de crescimento numa entrega inabalável a Deus, à imagem de Maria.

Numa nota publicada pela sala de imprensa da Santa Sé, o Papa sublinha a importância de transformar a celebração num “verdadeiro momento de graça”, com a ajuda da Mãe de Deus, “farol luminoso e modelo de plenitude e maturidade cristã”.

A comemoração do Ano da Fé, convocada pela Igreja Católica para ajudar os fiéis a viverem “com maior empenho e coerência” a sua “vocação de filhos de Deus”, coincide com a passagem do 50º aniversário da realização do Concílio Vaticano II (1962-1965).

Bento XVI teve a oportunidade de participar na última grande reunião das autoridades eclesiásticas, que contribuiu decisivamente para a afirmação de Nossa Senhora enquanto ponto de referência para a Igreja.

Durante a reunião conciliar, um dos principais pontos em debate foi “a figura e o papel da Virgem Maria na história da salvação”.

Segundo o Papa, um grupo de padres queria que a matéria fosse tratada dentro da Constituição Dogmática sobre a Igreja, enquanto outro grupo defendia a elaboração de um documento à parte, mais aprofundado.

A primeira opção acabou por prevalecer e a Constituição Lumen Gentium (Luz dos Povos) foi completada com um capítulo sobre Maria enquanto “geradora do Filho de Deus, filha predileta do Pai e sacrário do Espirito Santo”.

“Certamente, o texto conciliar não esgota todas as problemáticas relativas à figura da Mãe de Deus, mas constitui o horizonte hermenêutico essencial para qualquer reflexão, seja de caráter teológico, seja de caráter mais estritamente espiritual e pastoral”, destaca Bento XVI.

O Papa deixou estas notas pessoais sobre o Ano da Fé, o Concílio Vaticano II e Nossa Senhora durante uma audiência concedida a cerca de 350 participantes do 23º Congresso Mariológico Mariano Internacional, que terminou este domingo em Roma.

O Ano da Fé vai concluir-se a 24 de novembro de 2013 e assinala também o 20.º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica.

JCP – Agência Ecclesia