Ó Maria, Vós aparecestes a Bernardete na cavidade de um rochedo. No frio e nas sombras do inverno, Vós trazíeis o calor de vossa presença, a luz e a beleza. No vazio de nossas vidas, tantas vezes obscuras, no fundo deste mundo no qual o mal é poderoso, trazei a esperança, restabelecei a confiança!
Confiança em Maria
Estamos no início de mais uma semana. E em meio a tantos compromissos, trabalhos e obstáculos de toda ordem, não podemos permitir que esses afazeres nos perturbem ao ponto de deixarmos de ter os olhos postos no auxílio de Nossa Senhora. Por isso, compartilhamos uma breve oração de Dr. Plínio sobre a virtude da confiança
Minha Mãe, Rainha do Céu e da Terra, dai-me a graça de nunca me sentir longe de Vós. Porque Vós, Senhora, estais sempre próxima, e quem a Vós reze afincadamente tudo obtém. Convencei-me, ó Mãe, de que Vós estais ao alcance não de mãos que se estiram, mas de mãos que se põem juntas para rezar, rezar, rezar seriamente.
Deus quer nos dar tudo em abundância
A criação do universo foi como um transbordamento do que há em Deus, mais ou menos à maneira de um champagne que extravasa da garrafa e se derrama em taças. Ele quis nos criar para nos tornar partícipes da felicidade d’Ele, e por isso “o Verbo Se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1, 14)
Monsenhor João S. Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho e do Apostolado do Oratório
“O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10, 10).
Em linguagem parabólica, Jesus indica o pecado daqueles que desviam os outros da Religião verdadeira: matam as almas, afastando-as de Nosso Senhor, que é a vida. E a missão d’Ele, ao contrário, é dar aos homens essa vida, a qual é muito superior à que anima a formiga, o colibri, o esquilo, o homem e até mesmo os Anjos, pois é a vida do próprio Deus! Ele a introduz em nossa alma no Batismo e a confirma quando recebemos a Crisma.
Meditação do Primeiro Sábado de outubro 2019
I Mistério Gozoso
Anunciação do Anjo e a Encarnação do Verbo
O início da nossa salvação
Meditaremos neste mês o 1º Mistério Gozoso do Rosário – A anunciação do Anjo e a Encarnação do Verbo – em cumprimento de nossa devoção da Comunhão Reparadora do Primeiro Sábado, pedida pela Mãe de Deus em Fátima. Neste mês de outubro celebramos a festa de Nossa Senhora do Rosário, uma das invocações sob a qual Maria se manifestou na Cova da Iria. Continue lendo “Meditação do Primeiro Sábado de outubro 2019”
Adorar… Como e para quê?
Por vezes, alguns fiéis ficam desmotivados para decidir-se a ser adoradores. Dispõem de tempo para aproximar-se da Eucaristia, mas não dão o passo; um passo que poderá ser ocasional, muito de vez em quando, ou que importe em um compromisso formal de passar, cada dia ou cada semana, um tempo junto ao sacrário ou a custódia onde está presente o Senhor na Hóstia consagrada
Pe. Rafael Ramón Ibarguren Schindler*
Quais são os motivos dessa desmotivação? Na maioria dos casos, parecem ser duas as razões ou objeções que se esgrimam, seja conscientemente como de forma apenas implícita. Uma é: Para que adorar? Qual é a utilidade de dar esse tempo à adoração, tempo que poderia ser utilizado em outras coisas boas, úteis e até necessárias?
Súplica a Nossa Senhora do Amparo
A oração é o mais seguro caminho que nos conduz à salvação. E o primeiro fundamento para compreendermos este valor da oração, no plano da Providência, é considerar como Deus deseja ser, Ele mesmo, o nosso Cirineu
Ó Santa Senhora do Amparo, ponde em minha alma, totalmente carecedora de méritos e de forças, uma graça pela qual este vosso escravo confie em Vós cegamente durante a vida inteira. Uma graça que faça desta confiança cega o caminho pelo qual ele realize sua vocação, e chegue até Vós no Reino de Maria e no Reino dos Céus.
Vós bem sabeis que incontáveis vezes este escravo Vos será infiel. Ponde, porém, em minha alma a convicção de que, de antemão, lhe perdoastes tudo, já perdoastes até o inimaginável, e de que depois de cada miséria, Vós abrireis para mim as portas de uma misericórdia nova, mais suave, mais rica e mais insondável do que a anterior. Assim seja. ♦
(Plínio Corrêa de Oliveira. Composta em 4/9/1970)






