A Virtude da Confiança


Vivemos num mundo em que os casos de ansiedade, depressão e demais enfermidades nervosas afligem a cada ano mais e mais pessoas. Entretanto, bastaria apenas a prática da virtude da confiança, para que muitos desses males se tornassem pequenos, ou até mesmo desaparecessem

“Sabe porque os consultórios de psiquiatras estão cheios? Porque os confessionários estão vazios.” (São João Paulo II).

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Eucaristia, nova e eterna Páscoa

A vigília pascal é a celebração central e mais solene do calendário litúrgico. É uma comemoração jubilosa de toda a história da salvação, na qual o mistério da nossa redenção é renovado

Pe. Rafael Ramón Ibarguren Schindler*, EP

Cerimônia de vigília pascal na Basílica Nossa Senhora do Rosário de Fátima dos Arautos

 

Na realidade, cada missa também torna esse mistério presente e completo. Mas naquela noite sagrada acontece a chamada “mãe de todas as vigílias” … e de toda a Eucaristia.

O que significa a palavra “Páscoa”? Significa “passagem”. Esta palavra se identifica com a passagem do povo de Israel da escravidão do Egito para a terra prometida, um sinal, por sua vez, da passagem da morte e do pecado para a nova vida em Cristo.

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A festa da Misericórdia

Por Padre Antonio de Oliveira Guerra, EP. No primeiro domingo depois da Páscoa a Igreja celebra a Festa da Misericórdia. Este foi um pedido do próprio Nosso Senhor Jesus Cristo em suas aparições a Santa Maria Faustina Kowalska, quando revelou as promessas e pedidos da Divina Misericórdia: “Desejo que o primeiro domingo depois da Páscoa seja a Festa da Misericórdia” (Diário de Santa Faustina Kowalska nº 299).

Jesus afirmou ainda que “nesse dia estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças”:

“Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Neste dia estão abertas as entranhas da minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo em se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como escarlate. A minha misericórdia é tão grande que, por toda a eternidade, nenhuma mente, nem humana, nem Angélica a aprofundará. Tudo o que existe saiu das entranhas da minha misericórdia (…). A Festa da Misericórdia saiu das minhas entranhas. Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa” (Diário, nº 699).

Coube a São João Paulo II instituir, de modo oficial, a Festa da Misericórdia no calendário da Igreja. Com efeito, no dia da canonização de Santa Faustina, dia 30 de abril de 2000, ele disse: “É importante, então, que acolhamos inteiramente a mensagem que nos vem da palavra de Deus neste segundo Domingo de Páscoa, que de agora em diante na Igreja inteira tomará o nome de ‘Domingo da Divina Misericórdia’”.

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A Oração do Regina Coeli

Rainha do Céu, alegrai-Vos, aleluia!

Rainha do Céu, alegrai-Vos, aleluia.
Porque Aquele que merecestes trazer em vosso puríssimo seio, aleluia. Ressuscitou, como disse, aleluia.
Rogai a Deus por nós, aleluia.
Exultai e alegrai-Vos, ó Virgem Maria, aleluia.
Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia.

Durante o tempo pascal, a Igreja se une em alegria por meio da oração do Regina Coeli (pronuncia-se “Redgína Tchéli“, que quer dizer “Rainha do Céu”), junto à Mãe de Deus, pela Ressurreição de seu Filho Jesus Cristo, acontecimento que marca o maior mistério da fé católica.

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O primeiro Rosário da História

Sábado Santo

Quantas vezes, ao longo daquele dia de sábado, terá passado pela mente virginal de Maria a lembrança dos momentos-auge da vida de Jesus?

Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, EP. Fundador dos Arautos do Evangelho

 

 

Soledade no Sábado Santo

“Maria vive com os olhos fixos em Cristo — comentava o Papa São João Paulo II — e guarda cada palavra sua: ‘Conservava todas estas coisas, ponderando-as no seu coração’ (Lc 2, 19; cf. 2, 51). As recordações de Jesus, estampadas na sua alma, acompanharam-nA em cada circunstância, levando-A a percorrer novamente com o pensamento os vários momentos da sua vida junto com o Filho.

Foram estas recordações que constituíram, de certo modo, o ‘rosário’ que Ela mesma recitou constantemente nos dias da sua vida terrena.”

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Quinta-feira Santa – Nunca devemos rejeitar uma graça

Ao ver Cristo Se aproximar para lavar-lhe os pés, São Pedro, sempre impulsivo, teve um verdadeiro sobressalto. Como os demais Apóstolos, não podia compreender naquele momento a transcendência do gesto do Divino Mestre. Mas Nosso Senhor lhe adverte que se não o permitisse, não teria parte com Ele

Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho e do Apostolado do Oratório

Jesus lava os pés dos apóstolos – Igreja de São Demétrio – Loarre – Espanha


Pedro disse: “Senhor, Tu me lavas os pés?” Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”. Disse-Lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se Eu não te lavar, não terás parte comigo”. Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça”. Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos” (Jo 13 6-10).

Podemos imaginar o que deve ter sido sentir os próprios pés sendo lavados pela Segunda Pessoa da Santíssima Trindade!

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