Com confiança, rezemos nosso terço

https://www.facebook.com/arautos.oratorio/videos/234638124598463/

 

“Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, aí estou Eu no meio deles.” (São Mateus, 18)
 
Vamos nos colocar em espírito de oração para ao meio dia rezarmos o terço juntos, de onde estivermos, contra a disseminação deste vírus.
 
Escreva suas intenções nos comentários.

Juntos em oração

https://www.facebook.com/arautos.oratorio/videos/648893075910007/

 

O padre Mario Beccar convida a todos para nesta quarta-feira, 25 de março, ao meio dia, a nos unir em oração do terço (entoado por Monsenhor João Clá Dias) contra a disseminação desse vírus e suas consequências na saúde e nas vidas das pessoas.

Marque em sua agenda, avise a seus grupos, familiares e amigos e reze conosco esse terço de onde estiver e, importante, deixe escrito nos comentários as suas intenções. Você pode participar através deste Blog, Facebook e Instagram.

Evangelize/compartilhe!

Meditação do Primeiro Sábado de março em vídeo

https://www.facebook.com/arautos.oratorio/videos/496710104381423/


Está à sua disposição a opção da meditação em vídeo do primeiro sábado de março feita por Mons. João S. Clá Dias, na Catedral da Sé em São Paulo, sobre o III mistério luminoso, “O Anuncio do Reino de Deus e chamado a conversão”.

Que Nossa Senhora de Fátima abençoe os trabalhos de evangelização das famílias.

Aniversário da Aprovação Pontifícia dos Arautos do Evangelho

Acolhida e benção de São João Paulo II em 2001 durante as celebrações da Aprovação Pontifícia dos Arautos do Evangelho. Foi apartir dessa data que o Apostolado do Oratório, fundado por Mons. João Clá Dias, iniciou sua expansão por mais de 70 países levando a presença maternal do Imaculado Coração de Maria a milhares de famílias. Relembremos esse momento.

 

Monsenhor João: O fim religioso da família

Em homilia proferida no dia 30 de dezembro de 2007, o fundador dos Arautos do Evangelho, Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, EP, se esmera em demonstrar o fim sobrenatural ao qual Deus destinou a instituição familiar, muito embora a sociedade secularizada de nossos dias considere a família debaixo de um ponto de vista inteira e exclusivamente natural.
Assista um trecho da homilia no vídeo acima.

Ressuscitaremos: sim, ou não?

XXXII Domingo do Tempo Comum

Os saduceus cumpriam as formalidades da Lei de Moisés, mas não acreditavam na ressurreição dos mortos: eram ateus-práticos. Por isso, procuravam armar ciladas a Jesus, para impedir a crença na imortalidade da alma e na ressurreição dos corpos

Monsenhor João S. Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho


I – A ressurreição dos corpos

Afirma o Apóstolo que Jesus ressuscitou como “primícias dos que morrem” (I Cor 15, 20). São Paulo não perde nenhuma oportunidade para acentuar a importância da ressurreição final com vistas a animar aos coríntios por ele batizados a continuarem firmes na fé, como também no trabalho apostólico. Segundo ele, sem essa fé, a tendência seria adotar-se um sistema de vida epicurista, relativista e libertino, conforme a expressão de Isaías: “Comamos e bebamos porque amanhã morreremos” (22, 13).

No capítulo 15 de sua primeira epístola aos Coríntios, depois de denominar de “insensato” a quem se põe o problema de como e em que condições ressuscitam os mortos, ele procura esclarecer de forma muito simples e acessível a revelação sobre a identidade substancial dos corpos nesta vida terrestre e os readquiridos após o Juízo Final, apesar das enormes diferenças de propriedade e aspecto entre o morto e o ressurrecto.

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