https://www.facebook.com/arautos.oratorio/videos/234638124598463/
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O padre Mario Beccar convida a todos para nesta quarta-feira, 25 de março, ao meio dia, a nos unir em oração do terço (entoado por Monsenhor João Clá Dias) contra a disseminação desse vírus e suas consequências na saúde e nas vidas das pessoas.
Marque em sua agenda, avise a seus grupos, familiares e amigos e reze conosco esse terço de onde estiver e, importante, deixe escrito nos comentários as suas intenções. Você pode participar através deste Blog, Facebook e Instagram.
Evangelize/compartilhe!
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Está à sua disposição a opção da meditação em vídeo do primeiro sábado de março feita por Mons. João S. Clá Dias, na Catedral da Sé em São Paulo, sobre o III mistério luminoso, “O Anuncio do Reino de Deus e chamado a conversão”.
Que Nossa Senhora de Fátima abençoe os trabalhos de evangelização das famílias.
Em homilia proferida no dia 30 de dezembro de 2007, o fundador dos Arautos do Evangelho, Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, EP, se esmera em demonstrar o fim sobrenatural ao qual Deus destinou a instituição familiar, muito embora a sociedade secularizada de nossos dias considere a família debaixo de um ponto de vista inteira e exclusivamente natural.
Assista um trecho da homilia no vídeo acima.
XXXII Domingo do Tempo Comum
Os saduceus cumpriam as formalidades da Lei de Moisés, mas não acreditavam na ressurreição dos mortos: eram ateus-práticos. Por isso, procuravam armar ciladas a Jesus, para impedir a crença na imortalidade da alma e na ressurreição dos corpos
Monsenhor João S. Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho
Afirma o Apóstolo que Jesus ressuscitou como “primícias dos que morrem” (I Cor 15, 20). São Paulo não perde nenhuma oportunidade para acentuar a importância da ressurreição final com vistas a animar aos coríntios por ele batizados a continuarem firmes na fé, como também no trabalho apostólico. Segundo ele, sem essa fé, a tendência seria adotar-se um sistema de vida epicurista, relativista e libertino, conforme a expressão de Isaías: “Comamos e bebamos porque amanhã morreremos” (22, 13).
No capítulo 15 de sua primeira epístola aos Coríntios, depois de denominar de “insensato” a quem se põe o problema de como e em que condições ressuscitam os mortos, ele procura esclarecer de forma muito simples e acessível a revelação sobre a identidade substancial dos corpos nesta vida terrestre e os readquiridos após o Juízo Final, apesar das enormes diferenças de propriedade e aspecto entre o morto e o ressurrecto.