Desprendimento e amor a Deus

A humildade é um dos importantes esteios para a perseverança do católico, como salvaguarda da virtude da pureza e da autenticidade
de qualquer ato piedoso

Plínio Correa de Oliveira

Cardeal Rafael Merry del Val

A Ladainha da Humildade, escrita pelo Cardeal Merry del Val, Secretário de Estado do Papa São Pio X, embora magnífica e de inestimável proveito para as almas, devendo ser rezada amiúde, poderia admitir certo desenvolvimento particularmente útil para os membros de nossa obra.

Contrária à visão egoísta da vida

Nesse sentido, ocorreu-me fazer uma aplicação dos mesmos conceitos enunciados pelo a um tópico que nos interessam de modo especial.

Continue lendo “Desprendimento e amor a Deus”

“E daquele dia em diante, o discipulo A recebeu em sua casa” (Jo, 19,27)

Uma nova etapa na vida espiritual de centenas de famílias se iniciou neste último fim de semana na cidade de Nazaré Paulista, ao receberem em suas casas, o Oratório do Imaculado Coração de Maria

 

A devoção ao Imaculado Coração de Maria e ao Rosário, hoje em dia mais do que nunca, são as principais armas do católico na luta contra si mesmo, contra suas más tendências, como também é um grande meio de atrair graças para a Igreja e para o mundo inteiro.

A esse propósito, disse a Santíssima Virgem*:

“Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração.  A quem a abraçar, prometo a salvação. E serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu trono”

Sobre a devoção do Rosário, São João Paulo II escreveu em sua carta Rosarium Virginis Mariae**:

Continue lendo ““E daquele dia em diante, o discipulo A recebeu em sua casa” (Jo, 19,27)”

Lançamento de oratórios em novembro e dezembro

A estalagem de Belém foi figura daqueles corações ingratos que dão acolhida a tantas criaturas miseráveis e não a Deus

 

Pe. Francisco Katsumassa, EP

Chegada a Belém, Maria entendeu que se aproximava a hora de seu parto. Avisou a São José, e este diligenciou achar agasalho em uma casa dos habitantes de Belém, afim de não ter de levar sua esposa à hospedaria, lugar pouco conveniente para uma tenra donzela. Ninguém quis atender-lhe o pedido. Para não ficar durante a noite no meio da rua, viu-se afinal obrigado a levar a Virgem Maria à hospedaria pública, onde já muitos pobres se tinham alojado para a noite.

Continue lendo “Lançamento de oratórios em novembro e dezembro”

A Vós, ó Mãe, nossa gratidão


A Santa Igreja, em sua sabedoria, quis que o primeiro dia do ano fosse dedicado à Maternidade Divina de Nossa Senhora


Sob vosso patrocínio, ó Mãe, o ano civil se inicia, para indicar que tudo nos vem de Deus por vosso intermédio.

Nesse início de ano, Senhora, olhando para trás e vendo tudo o que no passado ano foi realizado, não podemos deixar de elevar para Vós os nossos corações, num preito de homenagem e de gratidão, reconhecendo que tudo o que foi feito, foi realizado por Vós.

É verdade que quisestes Vos servir para isso de instrumentos.  Instrumentos débeis e, helás, tantas vezes imperfeitos…

Instrumentos, entretanto, tornados necessários por vontade vossa, que deveriam dar tudo de si para a realização dessa obra, segundo o famoso lema de Santa Joana d’Arc: “Os homens lutam e Deus dará a vitória”.

Aqui depositamos, pois, Senhora, aos vossos pés, tudo que foi realizado, pedindo-Vos que apresenteis ao vosso Divino Filho todas essas atividades de modo que, abençoadas por Vós, contribuam efetivamente para o cumprimento da vossa promessa em Fátima:

“Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará!”

Homens de boa vontade

“Glória a Deus no mais alto dos Céus e na terra paz aos homens de boa vontade” (Lucas, 2, 14)


Plínio Corrêa de Oliveira

Quando todos os homens reconhecem a majestade, a onipotência, a santidade, enfim, o acúmulo de todas as perfeições que há em Deus, no mais alto dos Céus, e O glorificam por isso, então nascem no coração dos homens aquelas boas disposições de espírito pelas quais eles se tornam homens de boa vontade.

Plinio Corrêa de Oliveira Revista Dr. Plinio, n. 213, Dezembro de 2015, pg. 4