Dez conselhos para não se deixar dominar pelo medo durante a pandemia do coronavírus

Estados Unidos – Greenville. Por (Gaudium Press) Diante da superabundância de informação sobre a pandemia de coronavírus, as inevitáveis alterações à vida cotidiana impostas pelas medidas de prevenção do contágio e as próprias preocupações da vida de cada pessoa, é saudável buscar alternativas que libertem a mente e o espírito de tudo aquilo que tire a paz própria dos que confiam em Deus. Apesar disto ser um ideal bastante atrativo, na prática pode ser difícil de conquistar. Por este motivo o sacerdote norte-americano Padre Dwight Longenecker propôs 10 ações concretas para deixar de se preocupar excessivamente nesta particular época.

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Significado da Cerimônia de Cinzas

A Igreja nos indica, nas orações recitadas por seus ministros, o significado da cerimônia das Cinzas: “Ó Deus, que não quereis a morte do pecador mas a sua conversão, escutai com bondade as nossas preces e dignai-vos abençoar estas cinzas que vamos colocar sobre as nossas cabeças. E assim reconhecendo que somos pó e que ao pó voltaremos, consigamos, pela observância da Quaresma, obter o perdão dos pecados e viver uma vida nova à semelhança do Cristo ressuscitado”. É, pois, a penitência que a Igreja nos quer ensinar pela cerimônia deste dia.

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A Virtude da Confiança


Vivemos num mundo em que os casos de ansiedade, depressão e demais enfermidades nervosas afligem a cada ano mais e mais pessoas. Entretanto, bastaria apenas a prática da virtude da confiança, para que muitos desses males se tornassem pequenos, ou até mesmo desaparecessem

“Sabe porque os consultórios de psiquiatras estão cheios? Porque os confessionários estão vazios.” (São João Paulo II).

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O Rosário. A oração que move montanhas

Há uma confiança heroica pela qual não desistimos de esperar, apesar de tudo. Por vezes, essa confiança faz a alma “sangrar”, mas ela continua a confiar

Plínio Corrêa de Oliveira


Por vezes essa confiança nos faz dizer: “A promessa interior, inefável, que Nossa Senhora me fez não falhará. Confiarei e cumprirei a minha missão. Eu confio na palavra d’Ela!”

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Confiança em Maria

Estamos no início de mais uma semana. E em meio a tantos compromissos, trabalhos e obstáculos de toda ordem, não podemos permitir que esses afazeres nos perturbem ao ponto de deixarmos de ter os olhos postos no auxílio de  Nossa Senhora. Por isso, compartilhamos uma breve oração de Dr. Plínio sobre a virtude da confiança

Minha Mãe, Rainha do Céu e da Terra, dai-me a graça de nunca me sentir longe de Vós. Porque Vós, Senhora, estais sempre próxima, e quem a Vós reze afincadamente tudo obtém. Convencei-me, ó Mãe, de que Vós estais ao alcance não de mãos que se estiram, mas de mãos que se põem juntas para rezar, rezar, rezar seriamente.

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Como enfrentar as desilusões?

Comentário ao Evangelho do XXVII Domingo do Tempo Comum

Ao longo da existência nos deparamos com situações imprevistas que podem levar ao desânimo. Só na fé robusta encontraremos força para enfrentá-las

Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho e do Apostolado do Oratório

O ser humano quer relacionar-se com os demais

Imaginemos um homem punido com o isolamento, preso na masmorra de uma longínqua torre, convencido de estar inteiramente afastado de tudo e de todos. Nessa triste situação, sem a mínima possibilidade de comunicação com qualquer pessoa, vê passarem-se os dias…

Certa tarde de calor, porém, deita-se no chão e ouve, de repente, um rumor de vassoura em plena atividade. Surpreendido, aproxima-se da parede, coloca ali o ouvido e, percebendo pelos ruídos tratar-se da presença de alguém do lado oposto, dá algumas pancadas no muro. A resposta chega de imediato. É outro pobre preso que sofre de igual problema: isolado, deseja entrar em contato com alguém a quem possa transmitir suas aflições e que o entenda naquela infeliz situação. Depois de muitas batidas descobrem que, falando junto ao ralo da cela, conseguem se fazer ouvir um ao outro e, a partir daí, começa um verdadeiro relacionamento entre ambos os cativos, causando-lhes imensa consolação. Pois, o isolamento absoluto que era o maior tormento daquele cativeiro, por ferir o instinto de sociabilidade, de alguma forma, tinha-se rompido com o estabelecimento desse rudimentar modo de comunicação.

Essa singela história nos ilustra a necessidade intrínseca ao homem de entrar em contato com seus semelhantes.

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