“Segue-Me!”, um chamado para todos nós

X Domingo do Tempo Comum

Embora sejamos pecadores, o Filho do Homem veio para nos
salvar e continuamente nos convida a segui-Lo. O que nos impede
de atender a este divino chamado?

Por Mons. João S. Clá Dias, EP

Naquele tempo, 9 partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-Me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10 Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. 11 Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso Mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” 12 Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores” (Mt 9, 9-13).

A caridade nunca acabará

Quando, pela misericórdia de Nossa Senhora, chegarmos um dia ao Céu, veremos a realização de tudo aquilo em que acreditamos e cuja efetivação esperamos. Ao contemplarmos Deus face a face, a fé se transformará em visão e a esperança, em posse. Permanecerá, entretanto, a virtude teologal da caridade, sublimada, robustecida e acrisolada num grau inimaginável.

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Meditação do Primeiro Sábado de junho 2026

V Mistério Luminoso – Junho – 2026
Instituição da Sagrada Eucaristia

Alimento para a vida eterna

Introdução

A meditação da devoção reparadora dos Primeiros Sábados de junho será sobre o 5º Mistério Luminoso, “A instituição da Sagrada Eucaristia”. Jesus nos convida a aceitá-Lo como o verdadeiro Pão da Vida descido dos céus. Depois de multiplicar os pães e dado de comer a cinco mil pessoas, o povo vai atrás d’Ele, porque recebera o alimento material e queria mais. Jesus, porém, revela-se como o grande dom da Eucaristia, o alimento sobrenatural que nos sacia plenamente: se dele comermos, nunca mais sentiremos fome nem sede espiritual.

Composição de Lugar

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A origem da Festa Corpus Christi

Por Padre Jorge Gustavo Antonini, EP. Em 11 de agosto de 1264, o Papa Urbano IV emitia a bula Transiturus de Hoc Mundo, pela qual determinava a solene celebração da festa de Corpus Christi em toda a Igreja. Diz o pontífice no texto da bula:

Ainda que renovemos todos os dias na Missa a memória da instituição desse Sacramento, estimamos todavia, conveniente que seja celebrada mais solenemente pelo menos uma vez ao ano para confundir particularmente os hereges; pois, na Quinta-feira Santa a Igreja ocupa-se com a reconciliação dos penitentes, a consagração do santo crisma, o lava-pés e muitas outras funções que lhe impedem de voltar-se plenamente à veneração desse mistério.”

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A Santíssima Trindade nos chama a participar de sua vida

Solenidade da Santíssima Trindade

Deus manifesta seu inesgotável amor pelos homens abrindo-lhes as portas do convívio trinitário por meio da obra redentora de seu Filho

Monsenhor João S. Clá Dias, EP. Fundador dos Arautos do Evangelho e do Apostolado do Oratório

 

 

16 Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho Unigênito, para que não morra todo o que n’Ele crer, mas tenha a vida eterna. 17 De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele. 18 Quem n’Ele crê, não é condenado, mas quem não crê, já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho Unigênito (Jo 3, 16-18).

Um mistério revelado pelo Homem-Deus

Ao começarmos com piedade um ato qualquer da vida cotidiana ou uma oração, costumamos dizer: “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. A mesma invocação dá início à Santa Missa, que prossegue com uma saudação do sacerdote, tal como: “A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco”.

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Pentecostes, esperança para o século XXI

19 Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-Se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20 Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21 Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai Me enviou, também Eu vos envio”. 22 E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23 A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos” (Jo 20, 19-23).

Solenidade de Pentecostes

A instantânea e radical mudança dos Apóstolos no dia de Pentecostes, há dois mil anos, deita caudais de luz nas obscuras perspectivas de um século que voltou as costas a Deus

Por Mons. João S. Clá Dias, EP

Uma efusão de fogo divino no nascedouro da Igreja

A Solenidade de Pentecostes, na qual celebramos a descida do Espírito Santo sobre Nossa Senhora e os Apóstolos, é uma das festividades mais importantes do calendário litúrgico. Este acontecimento conferiu maturidade à Igreja, pois, até então ela repousava nas mãos da Santíssima Virgem, como criança. E assim como Maria estivera presente no Calvário, aos pés da Cruz, enquanto Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, no Cenáculo Ela estava como Mãe do Corpo Místico de Cristo. Mãe da Cabeça no Calvário, Mãe do Corpo no Cenáculo, Ela queria que esta Igreja recém-nascida crescesse e se desenvolvesse, a fim de tornar-se apta a exercer sua missão evangelizadora.

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Ser Escravo de Maria: um privilégio!

Testemunhos de variadas partes do Brasil expressam a gratidão de inúmeras pessoas pelos benefícios recebidos após a consagração como escravo de amor a Jesus Cristo, pelas mãos de Maria

Padre Adilson Costa da Costa, EP

Vida sem oração é vazia

“Meus hábitos de oração foram os primeiros a mudar, pois aprendi que uma vida sem oração é uma vida vazia”, afirma a capixaba Cleidinéia Vieira Calixto ao relatar sua experiência após a consagração a Nossa Senhora.

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