O triunfo, a cruz e a glória

Domingo de Ramos da Paixão do Senhor

A conjunção da entrada triunfal do Divino Redentor em Jerusalém e dos sofrimentos de sua dolorosa Paixão nos lembram que a perspectiva da cruz está sempre nimbada pela certeza da glória futura

Mons. João S. Clá Dias, Fundador dos Arautos do Evangelho e do Apostolado do Oratório

Triunfo prenunciativo da glória da Ressurreição

Ao considerar no Domingo de Ramos a entrada triunfal de Nosso Senhor Jesus Cristo em Jerusalém, devemos ter presente que a Liturgia não é apenas uma rememoração de fatos históricos, mas, sobretudo, uma ocasião para receber as mesmas graças criadas por Deus naquele momento, e distribuídas ao povo judeu que lá se encontrava. Por isso a Igreja Católica estimula os fiéis a repetir simbolicamente essa cerimônia, a fim de se iniciar a Semana Santa com a alma bem preparada.

Na Antiguidade, os grandes heróis militares e os atletas vencedores eram saudados com ramos de palma, para honrá-los pelo triunfo alcançado. Portanto, Jesus quis que sua Paixão, cujo ápice se deu no Calvário, fosse marcada pelo triunfo já na abertura, antecipando a glória da Ressurreição que viria depois.

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Exame de Consciência para uma boa Confissão

Padre arauto atendendo uma fiel em confissão

Nada mais oportuno que usufruir do sacramento da penitência durante o período quaresmal. São João Crisóstomo, em uma de suas homilias sobre Lázaro, adverte que o cristão que não declara a magnitude de sua culpa, não pode conhecer a grandeza do perdão.

A propósito, nos ensina o Catecismo da Igreja Católica que:

980 É pelo sacramento da Penitência que o batizado pode ser reconciliado com Deus e com a Igreja: (Parágrafos relacionados 1422,1484)

Os Padres da Igreja com razão chamavam a Penitência de “um Batismo laborioso”. O sacramento da Penitência é necessário para a salvação daqueles que caíram depois do Batismo, assim como o Batismo é necessário para os que ainda não foram regenerados.

Com o objetivo de contribuir para a total eficácia deste sacramento, disponibilizamos aos nossos amigos a página: “Para uma boa confissão”, contendo dicas, orações preparatórias, exame de consciência e duas fórmulas de ato de contrição.

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Veja também: Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração

A ressurreição de Lázaro

V Domingo da Quaresma

O grande amor de Jesus àquela família de Betânia tornava incompreensível sua aparente indiferença perante a enfermidade de Lázaro. Mas quando Deus tarda em intervir é por razões mais altas e porque certamente nos dará com superabundância

Mons. João S. Clá Dias, Fundador dos Arautos do Evangelho e do Apostolado do Oratório

 


O porquê dos milagres

Ao conceder a um taumaturgo a faculdade de realizar milagres, explica São Tomás, Deus tem por objetivo “confirmar a verdade por este ensinada”. O motivo principal se encontra na fé, pois a razão humana não tem suficiente altura para acompanhar os horizontes dessa virtude, e por isso muitas vezes é necessário serem as afirmações de caráter sobrenatural confirmadas pelo poder de Deus.

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São Patrício

Bela “esmeralda encastoada no mar”, a Irlanda, pelo apostolado de São Patrício, tornou-se a “Ilha dos Santos”. Ameaçando chefes piratas e expulsando demônios com Fé e destemor, São Patrício foi um exímio discípulo do Senhor nessas terras de missão

Por Plínio Corrêa de Oliveira

No dia dezessete de março, comemora-se a festa de São Patrício.

No livro de Hello(1), “A fisionomia dos santos”, há alguns dados biográficos magníficos a respeito da figura dele.

“São Patrício é, sem dúvida alguma, um dos santos de vida mais extraordinária que se conhece. Aos doze anos foi raptado por piratas e levado para a Irlanda.”

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A pior cegueira…

IV Domingo da Quaresma
(Domingo Lætare)

Ao operar o milagre da cura de um cego de nascença, Nosso Senhor Jesus Cristo mostra que há cegueira pior que a dos olhos corporais: a da alma, que impede o desenvolvimento da luz sobrenatural infundida em nossas almas pelo Batismo

Mons. João S. Clá Dias, Fundador dos Arautos do Evangelho e do Apostolado do Oratório

 


Nesta vida terrena, temos na alma apenas uma semente de visão beatífica. Mas, ao passarmos para a eternidade, ela se desenvolverá como uma árvore, e desaparecerão por completo os véus que cobrem a fé e a esperança, e veremos a Deus face a face. A Liturgia do 4º Domingo da Quaresma, Domingo da Alegria, nos traz a jubilosa esperança da plena posse dessa visão.

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