Igreja celebra em 20 de agosto, São Bernardo de Claraval, profundo devoto de Maria

O grande São Bernardo, da família cirterciense, nasceu no Castelo de Fontaine em 1090, perto da cidade de Dijon, na França. De nobre origem, seguiu a carreira religiosa, enquanto seus irmãos tornaram-se militares. Apesar de monge contemplativo, foi abade, eminente pregador, fundador de vários mosteiros, prior, teólogo, místico e conselheiro de importantes autoridades eclesiásticas e civis, fogoso polemista e pacificador.

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São Domingos de Gusmão

Seu nome foi escolhido para homenagear São Domingos de Silos, porque sua mãe, antes de Domingos nascer, fez uma novena no santuário do santo abade. E, como conta a tradição, no sétimo dia ele lhe teria aparecido para anunciar que seu futuro filho seria um santo para a Igreja Católica

Ir. Jurandir Bastos, EP

Domingos nasceu em 24 de junho de 1170, na pequena vila de Caleruega, na Velha Castela, atual Espanha. Pertencia a uma ilustre e nobre família, muito católica e rica: seus pais eram Félix de Gusmão e Joana d’Aza e seus irmãos, Antonio e Manes. O primeiro tornou-se sacerdote e morreu com odor de santidade. O segundo, junto com a mãe, foi beatificado pela Igreja.

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O Anjo de Portugal

O maravilhoso encontro com a Mãe de Deus não fora a primeira visita que os três pastorinhos receberam do Céu. A fim de prepará-los para aceitar e divulgar a Mensagem de Fátima, a Providência Divina lhes enviara no ano anterior o Anjo de Portugal, para manifestar os desígnios de misericórdia de Jesus e Maria sobre eles

Mons. João S. Clá Dias, EP

 

Foi quando se abrigavam de uma chuva fina na Loca do Cabeço, pequena gruta situada numa propriedade do padrinho de Lúcia, que o Anjo lhes apareceu claramente pela primeira vez. À medida que ele se aproximava, os meninos iam distinguindo sua fisionomia: era a de um jovem de 15 anos, parecendo feito de neve, muito formoso e mais reluzente que um cristal atravessado pelos raios do sol. Surpreendidos diante de tanta beleza sobrenatural, não conseguiam pronunciar palavra.

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Anchieta: viveu como missionário, agiu como herói, morreu como santo

Por João Sérgio Guimarães. Anchieta chegou em 1553 e encantou-se com a Terra de Santa Cruz. Sua meta: converter almas. Viveu como missionário, agiu como herói, morreu como santo. O moço de 19 anos que chegava à Terra de Santa Cruz vinha com as melhores disposições espirituais possíveis para exercer sua missão. Embora tão jovem e não tendo ainda sido ordenado sacerdote, Irmão José era dos primeiros missionários jesuítas que se estabeleciam na nova terra. Sua meta era conquistar almas para Cristo.

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Santa Joana d’Arc, a virgem heróica

A figura de Joana, a donzela de Domremy, cuja memória celebramos neste 30 de maio, brilha na Igreja Católica como a infatigável guerreira combatente dos invasores de seu país, defensora dos direitos de seu rei e da Santa Igreja, fiel à mais ilibada ortodoxia contra seus juízes – clérigos heréticos e de costumes mais do que duvidosos –, virgem destemida, humilde pastora, mártir e profetisa.

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