A Igreja celebra em 8 de fevereiro o dia de Santa Josefina Bakhita, a “santa irmã morena”, como era conhecida.Conheça um pouco de sua história.
Nascida no Sudão em 1869, foi raptada por traficantes de escravos, os quais lhe impuseram o nome de Bakhita, que significa “Afortunada”. Após ser vendida várias vezes no mercado, teve a dita de ser comprada pelo cônsul italiano, Callisto Legnani, em cuja casa foi pela primeira vez tratada com bondade e carinho.
O Bem-aventurado Henrique Suso caminhou muito tempo por esta via dolorosa, e eis os ensinamentos que recebeu do Céu
Uma voz interior lhe disse: “Henrique, abre a janela de tua cela, observa bem o que veres e aprende uma lição da vida”. Ele abriu e viu um cão que corria pelo claustro do convento, tendo na boca um pequeno tapete. O animal mordia o tapete, lançava-o no ar, arrastava-o pelo chão e fazia-lhe rasgos.
Essa voz interior lhe disse a seguir: “Assim você será arrastado e rasgado pelas palavras de teus irmãos de hábito. E veja só como o tapete se deixa maltratar de todos os modos, e em silêncio, e você faça o mesmo. É preciso resignar-se a isso”. Ele desceu ao claustro, pegou o tal tapete e o guardou consigo durante muitos anos como um valioso tesouro.
Por ser uma das emoções básicas e universais é impossível não sentir a tristeza. Mas São Tomás de Aquino nos dá algumas orientações de como lidar com ela.
Todos nós passamos por dias de tristeza e cansaço que contaminam nossa animação e podem dificultar a superação dos problemas e circunstâncias que precisamos enfrentar.
Pode ser caracterizada pela falta de ânimo, empenho, entusiasmo, como se as coisas não possuíssem mais brilho, porém é um estado emocional passageiro. “A tristeza é um canal onde nós podemos colocar para fora e expressar a frustração, a solidão, culpa, cansaço, decepção e até dor extrema”, explica a psicóloga Silvana Calixto, especialista em terapia familiar.
“Deus quer estabelecer no mundo a devoção a meu Imaculado Coração. A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu Trono”.
“Quero continuem a rezar o Terço todos os dias em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer”.
Nossa Senhora em Fátima
Aí está o convite feito a todos nós, a abraçarmos sem reservas a essas devoções, além, é claro de uma mudança de vida, de uma conversão sincera.
A adesão à Mensagem de Fátima e o atendimento a seus pedidos, é um dos objetivos principais do Apostolado do Oratório. Vemos assim com muita alegria, como diversos grupos realizam em suas paróquias e comunidades, com grande devoção, carinho e entusiasmo, a comunhão reparadora dos primeiros sábados. Compartilhamos com nossos leitores fotos de algumas dessas cerimônias. ♦
5º Mistério Gozoso Perda e encontro do Menino Jesus no Templo Procuremos Jesus através de Maria
Introdução
Realizaremos nossa devoção do Primeiro Sábado de fevereiro contemplando o 5º Mistério Gozoso: A perda e o encontro do Menino Jesus no Templo de Jerusalém. Da consideração deste Mistério devemos tirar duas preciosas lições, conforme nos ensina Santo Afonso de Ligório: a primeira, que devemos renunciar a tudo, até mesmo amigos e parentes se necessário for, quando o serviço e a maior glória de Deus assim o exigir de nós; e a segunda, que Deus se faz achar por aqueles que O procuram, especialmente se o fizerem através de sua Mãe, Maria Santíssima.
1 Visto que muitos já empreenderam pôr em ordem a narração das coisas que entre nós se verificaram, 2 como no-las referiram os que desde o princípio foram testemunhas oculares e vieram a ser ministros da palavra, 3 pareceu-me também a mim, depois de ter investigado tudo cuidadosamente desde o princípio, escrever-te por ordem a sua narração, excelentíssimo Teófilo, 4 para que reconheças a firmeza dos ensinamentos que recebeste. 14 Voltou Jesus, sob o impulso do Espírito, para a Galileia, e a sua fama divulgou-se por toda a região circunvizinha. 15 Ensinava nas suas sinagogas e era aclamado por todos. 16 Foi a Nazaré, onde se tinha criado, entrou na sinagoga, segundo o seu costume, em dia de sábado, e levantou-Se para fazer a leitura. 17 Foi Lhe dado o livro do profeta Isaías. Quando desenrolou o livro, encontrou o lugar onde estava escrito: 18 “O Espírito do Senhor repousou sobre Mim; pelo que Me ungiu para anunciar a Boa-nova aos pobres; 19 Enviou-Me para anunciar a redenção dos cativos, e a recuperação da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a pregar um ano de graça da parte do Senhor”. 20 Tendo enrolado o livro, deu-o ao encarregado, e sentou-Se. Os olhos de todos os que se encontravam na sinagoga estavam fixos n’Ele. 21 Começou a dizer-lhes: “Hoje cumpriu-se esta passagem da Escritura que acabais de ouvir” (Lc 1, 1-4; 4, 14-21).
III Domingo do Tempo Comum Comentário ao Evangelho
Durante sua vida pública, Nosso Senhor serviu-se da palavra como essencial instrumento de apostolado. Hoje, vinte séculos depois, apesar dos numerosos avanços da ciência e da técnica, continua ela sendo eficiente e insubstituível meio de evangelização.
Por Mons. João S. Clá Dias, EP
“Todos se admiravam das palavras que saíam de sua boca”
Jesus é Filho Unigênito de Deus, idêntico ao Pai. Enquanto Deus, podia usar da “força do Espírito” como melhor Lhe aprouvesse. Porém, enquanto homem, permitiu ser tentado após os quarenta dias de jejum e penitência no deserto para, de dentro de nossa natureza, manifestar e fazer brilhar o mistério de sua Encarnação. Por isso “voltou para a Galileia” e passou a operar os mais variados e maravilhosos milagres, não como fazem os santos, empregando uma força e um poder que não lhes pertencem, mas usando de sua própria onipotência divina. Por esta razão, “sua fama divulgou-se por toda a região circunvizinha”. Venceu o tentador e depois passou a manifestar-Se em face de seu povo.