São Cirilo de Alexandria e a Maternidade Divina de Nossa Senhora

São Cirilo de Alexandria I (*370 +442)   sobre “Maria, Mãe de Deus”: “Causa me profunda admiração haver alguns que duvidam em dar à Virgem Santíssima o título de Mãe de Deus. Realmente, se Nosso Senhor Jesus Cristo é Deus, por que motivo não pode ser chamada de Mãe de Deus a Virgem Santíssima que o gerou? Esta verdade nos foi transmitida pelos discípulos do Senhor, embora não usassem esta expressão.

Assim fomos também instruídos pelos santos Padres. Em particular Santo Atanásio (295  373), nosso pai na fé, de ilustre memória, na terceira parte do livro que escreveu sobre a santa e consubstancial Trindade, dá frequentemente à Virgem Santíssima o título de Mãe de Deus. Vejo me obrigado a citar aqui as suas palavras, que têm o seguinte teor: “A Sagrada Escritura, como tantas vezes fizemos notar, tem por finalidade e característica afirmar de Cristo Salvador essas duas coisas: que Ele é Deus e nunca deixou de o ser, visto que é a Palavra do Pai, seu esplendor e sabedoria; e também que nestes últimos tempos, por causa de nós, se fez homem, assumindo um corpo da Virgem Maria, Mãe de Deus”.

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A Virtude da Confiança


Vivemos num mundo em que os casos de ansiedade, depressão e demais enfermidades nervosas afligem a cada ano mais e mais pessoas. Entretanto, bastaria apenas a prática da virtude da confiança, para que muitos desses males se tornassem pequenos, ou até mesmo desaparecessem

“Sabe porque os consultórios de psiquiatras estão cheios? Porque os confessionários estão vazios.” (São João Paulo II).

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Eucaristia, nova e eterna Páscoa

A vigília pascal é a celebração central e mais solene do calendário litúrgico. É uma comemoração jubilosa de toda a história da salvação, na qual o mistério da nossa redenção é renovado

Pe. Rafael Ramón Ibarguren Schindler*, EP

Cerimônia de vigília pascal na Basílica Nossa Senhora do Rosário de Fátima dos Arautos

 

Na realidade, cada missa também torna esse mistério presente e completo. Mas naquela noite sagrada acontece a chamada “mãe de todas as vigílias” … e de toda a Eucaristia.

O que significa a palavra “Páscoa”? Significa “passagem”. Esta palavra se identifica com a passagem do povo de Israel da escravidão do Egito para a terra prometida, um sinal, por sua vez, da passagem da morte e do pecado para a nova vida em Cristo.

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A festa da Misericórdia

Por Padre Antonio de Oliveira Guerra, EP. No primeiro domingo depois da Páscoa a Igreja celebra a Festa da Misericórdia. Este foi um pedido do próprio Nosso Senhor Jesus Cristo em suas aparições a Santa Maria Faustina Kowalska, quando revelou as promessas e pedidos da Divina Misericórdia: “Desejo que o primeiro domingo depois da Páscoa seja a Festa da Misericórdia” (Diário de Santa Faustina Kowalska nº 299).

Jesus afirmou ainda que “nesse dia estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças”:

“Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Neste dia estão abertas as entranhas da minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo em se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como escarlate. A minha misericórdia é tão grande que, por toda a eternidade, nenhuma mente, nem humana, nem Angélica a aprofundará. Tudo o que existe saiu das entranhas da minha misericórdia (…). A Festa da Misericórdia saiu das minhas entranhas. Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa” (Diário, nº 699).

Coube a São João Paulo II instituir, de modo oficial, a Festa da Misericórdia no calendário da Igreja. Com efeito, no dia da canonização de Santa Faustina, dia 30 de abril de 2000, ele disse: “É importante, então, que acolhamos inteiramente a mensagem que nos vem da palavra de Deus neste segundo Domingo de Páscoa, que de agora em diante na Igreja inteira tomará o nome de ‘Domingo da Divina Misericórdia’”.

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A recusa ao chamado divino e a necessidade da reparação

Em conferência de 29/01/1995, Dr. Plinio comenta a atitude da humanidade ante a “Mensagem do Sagrado Coração de Jesus,” dada ao mundo no ano de 1675 e indica qual deve ser a posição de um verdadeiro católico nos dias atuais, em face aos apelos reiterados de conversão feitos por Nosso Senhor e Nossa Senhora


A essência da Mensagem

“Eis o Coração que tanto amou os homens, e nada poupou até esgotar-se e consumir-se para testemunhar-lhes o seu amor. Em reconhecimento, da maior parte só recebo ingratidões: por suas irreverências e sacrilégios, pelas friezas e os desprezos que eles têm por Mim nesse Sacramento de amor.

Porém, o que mais me magoa é o fato de que assim procedem corações que me são consagrados.

Por isso, peço-te que a primeira sexta-feira após a oitava do Santíssimo Sacramento seja dedicada a uma festa especial para honrar meu Coração: comungando nesse dia, e prestando a Ele uma solene retratação, a fim de desagravá-Lo pelas indignidades que recebe quando está exposto sobre os altares. Eu te prometo, também, que meu Coração se dilatará para difundir com abundância os influxos de seu divino amor sobre aqueles que Lhe prestarem esta honra, e se empenharem para que Lhe seja tributada.”
(Revelação feita a Santa Margarida Maria Alacoque em junho de 1675, no convento de Visitandinas, em Paray-le-Monial, França).1

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31 de Janeiro, Festa de São João Bosco

São João Bosco, com sua obra das vocações sacerdotais, deu à Igreja mais de dez mil padres, e por todo o mundo espalharam-se os seus oratórios: no Tirol, na Sicília, na França e na América


João Bosco era filho de Francisco Bosco e de Margarida Occhiena, simples aldeões de Murialdo, lugar situado na província de Turim, onde o anjo da família salesiana nasceu a 15 de agosto de 1815.

Aos dois anos, morreu-lhe o pai e, Margarida encarregou-se da educação do filho, inspirando-lhe a sobriedade, o amor ao trabalho e o gosto da oração. Ansioso de instrução, senhor de ótima memória e de grande espírito de observação, ajudado pelo cura da paróquia Padre Calosso, que lhe administrou algumas lições de gramática, foi João crescendo em ciência a pouco e pouco.

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