Até onde deve chegar nossa fé


XIX Domingo do Tempo Comum

A barca com os Apóstolos é sacudida pela tempestade: bem poderia ser a imagem da Igreja em luta nos mares deste mundo, em plena noite, visando desembarcar nas margens do Reino Eterno

Monsenhor João S. Clá Dias, EP,
Fundador dos Arautos do Evangelho

 

 

Depois da multiplicação dos pães, 22 Jesus mandou que os
discípulos entrassem na barca e seguissem, à sua frente, para o
outro lado do mar, enquanto Ele despediria as multidões.

Se Jesus tivesse permanecido em meio à multidão, junto com seus discípulos, provavelmente estes se deixariam influenciar pela exaltação de todos. Pois, era também deles o sonho de libertação do jugo romano e de conquista do mundo inteiro.

Se, por outro lado, Ele partisse com seus discípulos para outras bandas, a febricitação das turbas não faria senão incrementar-se e, de repente, poderia arrebentar uma revolução na própria Galileia. A História nos ensina como essas ocasiões levam, às vezes, a verdadeiros incêndios cujas chamas tudo devoram.

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Devoção do Primeiro Sábado de agosto pelo Brasil

“Ninguém acende uma lâmpada e a cobre com um vaso ou a põe debaixo da cama; mas a põe sobre um castiçal, para iluminar os que entram. (São Lucas 8, 16)”

A devoção dos Primeiros Sábados pedida pela Santíssima Virgem em Fátima, Portugal, pode ser realizada em casa, com sua família, ou até mesmo sozinho. O importante é por em prática esse pedido tão caro à Mãe de Deus, e hoje, mais atual do que nunca.

Entretanto, essa devoção quando praticada na paróquia, com a presença dos reverendíssimos párocos, com solenidade e em conjunto com toda comunidade, toma uma outra proporção e beleza aos olhos de Nossa Senhora. Não foi o próprio Salvador quem afirmou?: “Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, Eu estarei ali, no meio deles.” (Mt 18,20)

O Apostolado do Oratório vem promovendo a devoção do primeiro sábado nas paróquias onde atua, de forma a manifestar essa devoção com solenidade e ufania, pois, sem dúvida, a manifestação pública de nossa fé é um meio muito eficaz de evangelização.

Veja fotos de algumas dessas cerimônias.

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Cinco pães, dois peixes, mais Jesus…

XVIII Domingo do Tempo Comum

Ao realizar o milagre da multiplicação dos pães, Jesus tinha em vista não só alimentar aquela grande multidão, mas também ― finalidade muito mais elevada ― preparar as almas para aceitarem a Eucaristia

Mons. João S. Clá Dias, EP

 

Esquecido de Si, Cristo Se preocupava com os outros

13b Mas, quando as multidões souberam disso, saíram das cidades
e O seguiram a pé. 14 Ao sair do barco, Jesus viu uma grande
multidão. Encheu-Se de compaixão por eles e curou os que
estavam doentes.

Tomadas de admiração pela verdade, bondade e beleza que emanavam do Mestre, as pessoas O seguiam sem preocupações triviais, motivadas pelo anseio de conviver com Ele, de ouvir seus ensinamentos e presenciar seus milagres. Recebiam inefáveis graças de consolação e de fervor, de modo que não mediam distâncias nem sacrifícios. Nessa ocasião, deslocaram-se apressadamente a pé, pelas margens do Mar da Galileia, enquanto Jesus fazia o percurso em um barco para poder Se isolar algum tanto.

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Meditação do Primeiro Sábado de Agosto 2026

IV Mistério Luminoso – Agosto – 2026
A Transfiguração de Jesus no Monte Tabor
Cruz e Glória

Introdução

Façamos nossa devoção reparadora do Primeiro Sábado, meditando o 4º Mistério Luminoso: A Transfiguração de Jesus no Tabor. Neste Mistério, Jesus deixa transparecer o esplendor da sua divindade que, habitualmente, estava escondido sob a sua natureza humana. Com esta luminosa manifestação, o Divino Mestre nos revelou o glorioso destino que está reservado a cada um de nós, com nossa própria transfiguração na vida eterna.

Composição de Lugar

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Santa Marta, Modelo de Despretensão

No dia 29 de julho, celebra-se a memória de Santa Marta. A irmã de Santa Maria Madalena e de São Lázaro deixou para toda a História um ensinamento de humildade. Ela nos pede que tenhamos os olhos voltados para a glória do Céu e não para os prestígios deste mundo.

“Quem não vive para servir, não serve para viver”. Sem dúvida, trata-se de um antigo trocadilho para admoestar e, oportunamente, para desferir uma educada alfinetada na consciência de um irremediável indolente. De outro lado, pelo jogo natural das circunstâncias, é comum que pensemos nessa frase – tão cheia de sabedoria – diante de alguém muito dedicado e serviçal; nesse momento, não é verdade que esse ditado deixa de ter uma nota de repreensão e logo se transforma em um grande elogio?

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As parábolas sobre o Reino

XVII Domingo do Tempo Comum

Três parábolas sobre o Reino — a do tesouro escondido, a da pérola e a da rede —, preciosos ensinamentos para a nossa vida espiritual, a fim de alcançarmos a eterna salvação. Quando os “pescadores” separarem os “peixes”, no fim do mundo, estaremos nós entre os bons ou entre os maus?

Mons. João S. Clá Dia, EP

 


O Reino revelado pelo Divino Mestre

Tendo sido enviados alguns soldados pelas autoridades religiosas do Templo para prender Jesus, retornaram sem cumprir a missão, alegando ter sido impossível executá-la, pelo simples fato de nunca ninguém ter falado como Ele. Transparece, nesse episódio, o grande poder de expressão da verdade ensinada pela Verdade Encarnada. Ninguém jamais chegou a ser mestre, ou virá a sê-lo, em toda significação do termo, como o foi Jesus Cristo. Quem, de fato, conseguirá ultrapassar em pedagogia o Pregador Divino?

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